Governo Trump acusa Maduro e esposa de cometer tortura
Nicolás Maduro publica foto na prisão O ditador deposto da Venezuela Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores, foram acusados nesta quinta-feira (8) de conspirar para cometer tortura.
As acusações foram apresentadas pela Procuradoria-Geral dos EUA, durante audiência judicial na Corte Federal de Manhattan, e representam uma nova investida do governo Trump contra o casal. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Segundo a agência de notícias Reuters, Maduro e Cilia são acusados de torturar oponentes políticos e violar direitos humanos para se manter no poder na Venezuela.
Os novos crimes imputados ao casal se juntaram a acusações anteriores, que incluem narcoterrorismo e tráfico de drogas.
Leia mais abaixo.
A agência já havia reportado na quarta (7) que as novas acusações estão relacionadas a tortura contra cidadãos norte-americanos e visam jogar luz sobre "prisões ilegais" de cidadãos dos EUA que estavam na Venezuela durante o regime Maduro.
Maduro e Cilia estão presos em uma penitenciária de Nova York, nos Estados Unidos, desde o início do ano.
A mando do presidente Donald Trump, as forças militares dos EUA capturaram o casal em Caracas em 3 de janeiro.
O ex-ditador venezuelano enfrenta quatro acusações criminais, entre elas conspiração para o narcoterrorismo e conspiração para importação de cocaína.
Se for condenado, ele pode ser sentenciado à prisão perpétua.
Especialistas apontam que as novas acusações podem servir para ajudar o governo Trump a fortalecer sua posição no julgamento contra Maduro e Cilia.
Em julho, um juiz federal determinou que o casal venezuelano deve começar a ser julgados em 1º de junho de 2027.
A defesa deles pede que o caso seja arquivado.
Desde a prisão do ex-ditador, a Venezuela é governada de forma interina por Delcy Rodríguez, que era vice-presidente do país.
A nova líder se aproximou dos Estados Unidos e chegou a se reunir com Trump em setembro.
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