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Zeeba celebra 10 anos de carreira com ‘Atemporal’: ‘Essas músicas não caem; são atemporais’

Rolling Stone Brasil ·
Zeeba celebra 10 anos de carreira com ‘Atemporal’: ‘Essas músicas não caem; são atemporais’

Se você está há mais de uma década na internet, é quase certo que já ouviu “ Hear Me Now ”.

A faixa — que completou 10 anos em 2024 — virou um fenômeno global: liderou as paradas em mais de 40 países, entrou na trilha de games como Fortnite e está prestes a atingir 1 bilhão de reproduções no Spotify.

Foi ela que transformou Zeeba na voz brasileira mais ouvida do mundo.

Para o artista, porém, aquela canção era apenas o começo de uma jornada que, dez anos depois, desemboca em Atemporal , um projeto que o reconecta ao que sempre soube fazer melhor.

A história de “ Hear Me Now ” é, por si só, uma lição de resiliência.

Na época, Zeeba tinha pouco mais de 20 anos, havia sido expulso de uma banda em Los Angeles e cogitava desistir da carreira.

Ao voltar ao Brasil, foi acolhido no estúdio pelo produtor Bruno Martini .

“Eu tava meio desanimado… vim para o Brasil e aí o Bruno abriu a porta do estúdio dele e falou: ‘Cara, vamos fazer umas músicas’”, relembra em entrevista nos estúdios da Rolling Stone Brasil .

Em um desses dias, Alok apareceu, ouviu uma versão da canção e a história mudou de rumo: “Ele amou e a gente fez uma versão que virou a música de brasileiros mais escutada na história do Spotify”.

Desde então, Zeeba não parou: lançou álbuns, conquistou prêmios internacionais e passou por palcos como Coachella , Tomorrowland e Lollapalooza .

Mas, depois de uma década de sucesso eletrônico e internacional, algo começou a se rearranjar por dentro.

Os últimos dez anos levaram Zeeba por caminhos esperados e inesperados, dos sucessos eletrônicos aos discos em português, das parcerias internacionais aos festivais gigantes.

Tudo foi desaguando em uma conclusão clara: era hora de voltar.

Não ao ponto de partida, mas a um lugar que ele nunca havia explorado plenamente nos palcos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.

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