'Nunca vou desistir dos meus filhos', diz mãe de crianças desaparecidas há 8 meses em Bacabal, no MA
Irmãos desaparecidos em Bacabal completam oito meses sem pistas O desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, completou oito meses na sexta-feira (4), sem informações sobre o paradeiro das crianças.
Eles desapareceram em 4 de janeiro de 2026, na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, a 250 km de São Luís.
Para a mãe, Clarice Cardoso, a vida parou desde o dia em que os filhos desapareceram.
Apesar da falta de respostas, ela afirma que mantém a esperança de reencontrá-los.
“Mãe nenhuma desiste de filho, né? E eu não vou desistir dos meus filhos.
Eu nunca vou perder minha esperança de encontrar os meus filhos vivos.
Eu sonho e tenho fé que esse dia vai chegar”, disse.
Ao longo dos últimos oito meses, o caso mobilizou forças de segurança, voluntários e representantes do Congresso Nacional.
No entanto, nenhuma pista concreta sobre o paradeiro das crianças foi divulgada até o momento.
A última visita de representantes do Congresso Nacional à comunidade ocorreu em maio.
O grupo fazia parte da Comissão Externa sobre Prevenção e Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil, criada semanas antes.
Com autorização para realizar diligências, vistorias técnicas e acompanhar denúncias graves no país, os parlamentares vieram ao Maranhão para ouvir a mãe das crianças e autoridades responsáveis pela investigação.
LEIA TAMBÉM: Uma das três crianças que estavam desaparecidas é encontrada com vida no Maranhão Como é a 'casa caída' onde crianças desaparecidas há 13 dias estiveram no MA Crianças desaparecidas no Maranhão: veja cronologia do caso Família mantém esperança Os avós maternos, que moram ao lado da casa de Clarice, também tentam enfrentar a saudade com a esperança de que os netos estejam vivos.
“A esperança nunca acaba, porque se tivesse acontecido alguma coisa, a gente já tinha uma resposta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Maranhão.