domingo, 11 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Campanha de Lula aciona TSE por suposta ingerência da Meta› Índia prende líderes comunistas e do ‘Partido das Baratas’ por protestos contra o governo› Abbas adia eleições legislativas palestinas para 2027› Panamá: terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos 27 feridos› Após telefonema a Putin, Trump defende saída de Zelensky do poder na Ucrânia› Vencedora do Nobel da Paz rechaça sanções ‘inaceitáveis’ dos EUA contra TPI› Flávio Bolsonaro dividia conta com investigado por fraude no INSS, indicam e-mails› Alta abstenção no exterior mobiliza brasileiros em campanha por caronas e hospedagem› MotoGP: "Estava tentando terminar a corrida e não cair de novo", diz Moreira após 16º em Mandalika› Anderson Silva presta apoio a ex-lutador do UFC após ataque a tiros na África› Campanha de Lula aciona TSE por suposta ingerência da Meta› Índia prende líderes comunistas e do ‘Partido das Baratas’ por protestos contra o governo› Abbas adia eleições legislativas palestinas para 2027› Panamá: terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos 27 feridos› Após telefonema a Putin, Trump defende saída de Zelensky do poder na Ucrânia› Vencedora do Nobel da Paz rechaça sanções ‘inaceitáveis’ dos EUA contra TPI› Flávio Bolsonaro dividia conta com investigado por fraude no INSS, indicam e-mails› Alta abstenção no exterior mobiliza brasileiros em campanha por caronas e hospedagem› MotoGP: "Estava tentando terminar a corrida e não cair de novo", diz Moreira após 16º em Mandalika› Anderson Silva presta apoio a ex-lutador do UFC após ataque a tiros na África
Política

Salário das mulheres despenca com a idade na Coreia do Sul

Poder360 ·
Salário das mulheres despenca com a idade na Coreia do Sul

Aos 27 anos, uma mulher na Coreia do Sul ganha, em média, 8% menos que seus colegas homens.

No fim dos 50 anos, essa diferença chega a 50%.

Os dados constam de estatísticas salariais do governo citadas em um relatório recente da ONG de direitos humanos HRW (Human Rights Watch).

A Coreia do Sul é uma potência global nos setores de tecnologia e indústria, mas mantém a maior diferença salarial entre homens e mulheres entre os países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) desde o início da série histórica comparável, em 1992.

“A divisão de trabalho por gênero dentro de casa leva diretamente a uma divisão de trabalho por gênero no mercado de trabalho” , afirmou Min Hee Kim, ativista sul-coreana pelos direitos trabalhistas das mulheres.

Segundo ela, o problema não se resume ao fato de as mulheres receberem salários menores que os homens.

Com o avanço da idade, as opções de trabalho disponíveis para elas diminuem, enquanto os efeitos de salários mais baixos, interrupções na carreira e empregos precários se acumulam.

Para elaborar o relatório, a HRW entrevistou 41 sul-coreanas de 28 a 87 anos sobre suas trajetórias profissionais.

Barreiras estruturais às carreiras das mulheres Segundo Kim, a discriminação mudou de forma, mas não desapareceu.

Até os anos 1980, era legal que empresas demitissem mulheres simplesmente por se casarem, prática conhecida como “demissão por casamento” .

Os empregadores presumiam que uma mulher casada deixaria o trabalho em pouco tempo para cuidar dos filhos.

Hoje, acrescentou a ativista, “é difícil dizer abertamente: ‘Não vamos contratar você porque é mulher'” .

Ainda assim, as responsabilidades de cuidado continuam recaindo principalmente sobre as mulheres, levando muitas delas a aceitar empregos de menor remuneração quando tentam retornar ao mercado de trabalho.

De acordo com o relatório da HRW, as mulheres superam os homens em formação universitária desde os anos 1980.

Ler a notícia completa no Poder360 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

Mais de Poder360

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›