Peixeiro é indiciado por importunação sexual contra caixa de comércio em Boa Vista
Polícia Civil de Roraima Polícia Civil/Divulgação Um peixeiro, de 32 anos, foi indicado por importunação sexual contra uma colega de trabalho, de 24 anos, que trabalhava como caixa.
A Polícia Civil (PC) concluiu o inquérito nesta quarta-feira (26).
O crime ocorreu no dia 16 de outubro de 2025, em um comércio no bairro Alvorada, zona Oeste de Boa Vista.
De acordo com a investigação, o suspeito fez várias investidas de natureza sexual contra a vítima, sem o consentimento.
Em uma das ocasiões, após consumir bebida alcoólica, teria insistido em exibir o volume da cueca e oferecido valores de R$ 500, R$ 700 e R$ 1 mil para que a vítima olhasse as partes íntimas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Em outro momento, ele teria colocado a mão no ombro da mulher e tocado o seio dela sem consentimento.
Além disso, também teria colocado a mão no bolso do short da vítima e tocado suas nádegas, além de tentar desferir um tapa na mesma região.
A mulher pediu que ele parasse e chegou a segurar uma cadeira para se defender.
Investigação A Polícia colheu declarações e reuniu registros de conversas por aplicativo de mensagens e um áudio gravado no local dos fatos.
Na gravação, a vítima pede que o homem se afaste, enquanto ele afirma que estaria “apenas brincando”.
Uma testemunha relatou ter encontrado a vítima chorando e tremendo após o caso.
O investigado afirmou que não lembrava dos fatos devido ao consumo de bebida alcoólica, mas reconheceu que enviou mensagens para a vítima se desculpando.
“A investigação demonstrou que não se tratava de uma simples brincadeira, mas de uma sequência de condutas de natureza sexual praticadas sem o consentimento da vítima.
O fato de o autor considerar determinada atitude uma brincadeira não elimina o caráter ilícito da conduta quando há violação da liberdade e da dignidade sexual de outra pessoa”, destacou o delegado Jonathan Freese.
O delegado também orienta que comportamentos apresentados como “brincadeira” não afastam, por si só, eventual responsabilidade criminal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Roraima.