Especial IT Forum 35 anos: pessoas devem permanecer no centro das decisões com inteligência artificial
Todo negócio é um ato de confiança no futuro.
As decisões sobre aquisições, contratações, investimentos e alianças são tomadas no presente com a expectativa de produzir valor ao longo do tempo.
Nas últimas décadas, o mercado criou mecanismos para antecipar cenários e, assim, tomar decisões mais assertivas: projeções, estudos prospectivos e modelos estatísticos e econométricos são alguns exemplos.
Agora, tecnologias como data analytics e inteligência artificial (IA) preditiva expandem o potencial desses métodos.
Há até uma posição consolidada para quem se dedica a esse papel: o futurista.
Em meio a tanta incerteza, estamos bem equipados para prever o futuro.
Ainda assim, ele nos desafia.
Hoje, a principal variável a moldar o futuro é a IA.
O mercado se movimenta para compreender o que ela transformará e em quanto tempo.
Como serão os negócios num mundo em que essa tecnologia é parte integrante de sistemas, rotinas e modos de viver em sociedade? Mesmo a forma como tomamos decisões já está em evolução.
De acordo com a última edição do relatório Global Human Capital Trends, da Deloitte, seis em cada dez líderes aplicam IA de alguma forma para subsidiar suas conclusões.
Embora o julgamento humano permaneça como a base das decisões do futuro, a IA ganhará importância crescente no processo.
Nesse cenário, o tomador de decisões acessa um volume sem precedentes de informações para consolidar seu posicionamento.
Seu desafio, porém, não é mais “só” decidir, mas garantir governança, transparência, responsabilidade e confiança na dimensão tecnológica do processo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em itforum.com.br — o conteúdo pertence a IT Forum.