'Esse era um dos sonhos dela, vir conhecer o Brasil', diz pai de adolescente colombiana morta em acidente de helicóptero no Rio
Pai de Sofia Murillo, de 17 anos, aguarda no Instituto Médico-Legal (IML) para fazer o reconhecimento do corpo da filha Rafael Nascimento / g1 Rio Pelo segundo dia consecutivo, o pai de Sofia Murillo, de 17 anos, foi ao Instituto Médico-Legal (IML), no Centro do Rio, nesta segunda-feira (10), na esperança de conseguir a liberação do corpo da filha.
O colombiano chegou ao Rio no domingo (9), após a adolescente morrer na queda de um helicóptero na região da Vista Chinesa, no sábado (8).
Sofia estava no Rio a passeio com a mãe, Wendy Manrique, de 37 anos, e a avó, Rocio Cubillos, de 59, que também morreram no acidente.
Para o pai, a viagem representava a realização de um sonho da adolescente.
"Ela estava extremamente feliz.
Esse era um dos sonhos dela, vir conhecer o Brasil", o Rio de Janeiro", disse o pai Diego Murillo.
Até o momento, apenas o piloto da aeronave, Alessandro Rocha, foi identificado oficialmente.
A Polícia Civil aguarda o envio de documentos do governo colombiano para auxiliar no processo de identificação das três vítimas.
Segundo a corporação, o reconhecimento dependerá também da conclusão dos exames periciais.
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