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Como rifas de carros de luxo levaram Eduardo Razuk à prisão e fizeram ‘império digital’ sair do ar

G1 Mato Grosso do Sul ·
Como rifas de carros de luxo levaram Eduardo Razuk à prisão e fizeram ‘império digital’ sair do ar

Eduardo Razuk: influencer é preso suspeito de fazer rifas ilegais de carros de luxo A prisão de Eduardo Razuk, no último dia 18 de agosto, colocou em xeque a notoriedade que o influenciador construiu ao longo dos anos divulgando automobilismo de luxo na internet.

Entre Instagram e YouTube, Razuk acumula mais de 2 milhões de seguidores e inscritos.

Foi por meio das redes sociais que ele conquistou fama no Brasil e no exterior divulgando rifas de veículos de alto padrão.

A mesma prática também acabou levando o influenciador à prisão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Nesta sexta-feira (21), as contas de Razuk no Instagram foram bloqueadas por determinação da Justiça.

A medida também deve se estender à plataforma de vídeos.

Segundo a defesa do influenciador, os sorteios divulgados por Razuk eram realizados com autorização e estavam vinculados a uma loteria oficial.

Para a Polícia Civil, no entanto, as atividades eram ilegais e estariam ligadas a crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e exploração ilegal de loterias.

Entenda a seguir.

Investigação aponta movimentação de R$ 100 milhões Rafael Razuk, irmão do influenciador, e outros dois homens também estão presos por suposto envolvimento no esquema investigado pela Polícia Civil.

Segundo a polícia, os veículos eram sorteados por meio da venda de cotas, com valores a partir de R$ 1,49.

Apesar do baixo custo para os participantes, a atividade teria movimentado cerca de R$ 100 milhões em um período de seis meses, conforme as investigações.

Conforme a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (Dercc), responsável pela operação que levou Razuk à prisão, os sorteios não tinham autorização legal.

Além disso, o influenciador teria utilizado empresas para tentar conferir aparência de legalidade aos valores arrecadados e lavar o montante milionário obtido com as rifas.

Quais são os crimes investigados? Segundo a Polícia Civil, os presos são suspeitos de envolvimento nos seguintes crimes: Prática de rifas ilegais: realização de sorteios de carros de luxo sem a devida autorização legal ou por meio de entidades sem competência para promovê-los; Lavagem de dinheiro: uso de empresas no Rio de Janeiro e na Paraíba para sofisticar o esquema, ocultar a origem dos recursos e conferir aparência de legalidade aos valores arrecadados, que teriam ultrapassado R$ 100 milhões em seis meses; Associação criminosa: formação de um esquema coordenado entre os investigados e empresas de diferentes estados visando burlar a fiscalização.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.

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