Cardiologista teve prisão preventiva decretada e vai para Centro de Triagem
O médico cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, teve a prisão preventiva, sem prazo determinado, mantida pela Justiça, após audiência de custódia realizada neste sábado (15), em Campo Grande.
Depois do procedimento, ele foi encaminhado ao Centro de Triagem.
A ordem de prisão foi expedida pela 2ª Vara do Tribunal do Júri, no processo que apura a morte da esposa dele, a fisioterapeuta Fabíola Marcotti.
Neste sábado, Jazbik foi o último a sair do Fórum, onde a audiência de custódia foi realizada.
Algemado, ele entrou van às 12h47.
O mandado de prisão foi cumprido às 20h30 de sexta-feira (14) pela Polícia Civil.
O documento informa que a prisão preventiva foi determinada para garantir a ordem pública e a conveniência da instrução criminal.
Na manhã deste sábado, às 7h42, João Jazbik passou por exame de corpo de delito no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).
O laudo apontou que não foram encontrados sinais ou vestígios de lesões corporais recentes.
Durante a audiência de custódia, o juiz Francisco Soliman avaliou que a ordem judicial estava regularmente em vigor e a audiência teve como objetivo verificar a legalidade da prisão e garantir os direitos do custodiado.
A defesa pediu a revogação da prisão e solicitou que, caso mantida a custódia, o médico fosse encaminhado para uma unidade compatível com sua idade e condições de saúde.
Durante a audiência, João Jazbik informou que tem problemas cardiovasculares e utiliza medicação.
O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) não apresentou requerimentos no ato.
Na decisão, o magistrado determinou o encaminhamento do médico ao Centro de Triagem, levando em consideração a faixa etária e as condições clínicas relatadas.
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