Lula terá de rever promessas e explicar como financiar gastos de R$ 400 bilhões
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista coletiva nesta terça-feira - 03.06.2025 (Foto: Ricardo Stuckert / PR) BRASÍLIA, SEGUNDA-FEIRA, 26 DE OUTUBRO DE 2026 – Nº 4.471 Virada histórica Reeleito presidente do Brasil para um inédito 4º mandato, Luiz Inácio Lula da Silva tem a chance – e o dever – de fazer um Governo melhor que os três anteriores e sair à História melhor do que entrou na política.
Mas para isso terá que enterrar a falácia que abraçou pelo projeto de poder pessoal e do partido.
Se mantiver tudo que prometeu na campanha, o Governo vai gastar mais R$ 400 bilhões por ano, dinheiro que, hoje, não se sabe de onde ele vai tirar.
A Coluna analisou os índices dos resultados oficiais do TSE e constatou que o presidente cresceu, em média, de sete a nove pontos em todos os Estados, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) apenas de dois a três pontos.
A votação de Minas Gerais, 2º maior colégio do País, surpreendeu as duas campanhas – e deu a vantagem ao petista.
Soma-se a isso a menor abstenção e os indecisos, que podem ter migrado para o presidente da República.
No staff de Flávio, o que mais se comenta é que o canal de André Janones espalhou fake news e atrapalhou muito, fazendo o candidato ter que usar a mídia para se defender.
Grande trapalhada O Judiciário mais uma vez se meteu na eleição e piorou a situação.
Série de erros dos ministros envolvidos levou à maior indefinição eleitoral da História do Brasil, em pleno século 21.
Presidente do TSE, o ministro Kassio Nunes Marques já sabia desde 13h30 de relatos e reclamações do PT sobre a suposta falta de ônibus nas ruas de Salvador e São Paulo.
E nada, nada fez.
O ministro Zanin, do STF, atropelou o TSE e melou tudo.
Lentidão A ausência de atitude do presidente Nunes Marques, do TSE, sobre a questão da suposta falta de ônibus nas ruas de capitais lembra bem o seu perfil.
Até os 20 anos, ele era apontador de carrinho de mão em canteiro de obras na Bahia e Piauí.
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