Ver usuários de iPhone aplicando películas protetoras na tela me dá arrepios, diz executivo da Apple
A Apple passou anos tentando tornar a tela do iPhone resistente o suficiente para dispensar proteções extras.
Ainda assim, para muitos usuários, colocar uma película de vidro continua sendo uma das primeiras providências depois de tirar o aparelho da caixa.
Essa diferença de perspectiva ficou clara em uma declaração de Tom Marieb, novo vice-presidente de engenharia de hardware da Apple, ao TechRadar.
Segundo o executivo, ver uma película sobre a tela de um iPhone provoca uma reação quase física.
“Pessoalmente, quando vejo alguém colocar uma película protetora na tela de um iPhone, fico arrepiada, porque trabalhamos muito para criar telas frontais tão bonitas.” O comentário surgiu durante uma conversa sobre o Ceramic Shield 2 , tecnologia adotada pela Apple para aumentar a resistência das telas.
O material foi introduzido com a linha iPhone 17 e também aparece no iPhone 18 Pro e na tela externa do iPhone Duo.
Apple quer tornar a película desnecessária O desafio, segundo Marieb, não é apenas desenvolver um vidro mais resistente a riscos.
A Apple também precisa garantir que essa proteção continue eficiente após anos de uso.
A empresa afirma que o Ceramic Shield 2 oferece resistência a arranhões até três vezes maior que a geração anterior.
Os testes, segundo a Apple, também tentaram reproduzir cerca de cinco anos de uso pelos consumidores.
A ideia é simples: se o vidro original for suficientemente resistente, o usuário poderia aproveitar a aparência e o acabamento projetados pela Apple sem cobrir a tela com outra camada.
Na prática, porém, a decisão envolve mais do que estética.
Uma película de vidro temperado pode funcionar como uma proteção adicional contra um prejuízo muito maior.
A substituição de uma tela danificada fora da garantia pode custar centenas de dólares, o que torna compreensível aceitar alguma perda de qualidade visual em troca de uma camada sacrificável.
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