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O chefe do PCC condenado a quase 126 anos que fugiu após deixar presídio e voltou a ser alvo da polícia

G1 Mato Grosso do Sul ·
O chefe do PCC condenado a quase 126 anos que fugiu após deixar presídio e voltou a ser alvo da polícia

Chefe do PCC que foi preso após ser solto por desembargador é alvo de operação Gerson Palermo, apontado como um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), voltou a ser alvo de uma investigação sobre tráfico internacional de drogas em Mato Grosso do Sul.

Preso na Bolívia em maio deste ano, após seis anos foragido, ele teve um novo mandado de prisão cumprido na quinta-feira (15), durante a Operação Capolinea, que investiga um esquema de transporte de entorpecentes escondidos em caminhões carregados com minério de ferro.

A operação é mais um capítulo da trajetória criminal de Palermo, que reúne condenações por tráfico de drogas e pelo sequestro de um avião comercial em 2000.

Ao todo, as penas impostas a ele chegam a quase 126 anos de prisão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O traficante ficou foragido desde abril de 2020, quando deixou a Penitenciária Federal de Campo Grande após conseguir o benefício da prisão domiciliar por decisão do então desembargador Divoncir Schreiner Maran.

Pouco depois de sair da unidade, rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu.

A decisão que permitiu a saída de Palermo foi posteriormente anulada.

Em fevereiro de 2026, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a aposentadoria compulsória do magistrado, após concluir que ele concedeu a prisão domiciliar sem comprovação médica da condição de saúde alegada.

Sequestro de avião terminou com roubo de R$ 5,5 milhões Um dos episódios mais conhecidos da trajetória de Palermo ocorreu em agosto de 2000, quando ele participou do sequestro de um Boeing 727 da antiga companhia aérea Vasp.

O avião havia decolado do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, no Paraná, com destino a Curitiba.

Cerca de 20 minutos depois, foi tomado pelo grupo criminoso e obrigado a pousar em Porecatu, também no Paraná.

No local, os criminosos roubaram nove malotes do Banco do Brasil que transportavam aproximadamente R$ 5,5 milhões.

Pela participação no crime, Palermo foi condenado a 66 anos e nove meses de prisão.

Condenação por tráfico internacional de drogas Chefe do PCC condenado a 126 anos voltou à mira da polícia em MS Reprodução/ Itamar Silva, TV Morena Anos depois, o nome de Palermo apareceu em outra investigação de grande alcance.

Em março de 2017, a Polícia Federal deflagrou a Operação All In para desarticular uma organização suspeita de transportar cocaína da Bolívia para o Brasil.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.

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