quarta-feira, 19 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Rybakina confirma reencontro com Iga nas quartas, Anisimova elimina Noskova Castroneves relembra bastidores de teste 'sabotado' da F1 com Toyota Textor critica saída de Franclim Carvalho do Botafogo: 'Tem uma criança comandando o clube' Quem é artilheiro da Série C que rescindiu com clube por salários atrasados Stubbs sugere Ferrero para impulsionar evolução de Jódar Intervenção no Corinthians depende de provas e pode afetar eleições Candiotto, Fullana e Bohrer confirmam, Tourinho marca segundo ponto Presidente da AFA critica teorias de 'entregada para Espanha: 'Um mês de mentiras' Dança das cadeiras! Ultimate define novo adversário de Jean Silva no Noche UFC Aliado diz que maioria apoia Infantino na Fifa: 'Levaria um tiro por ele' Rybakina confirma reencontro com Iga nas quartas, Anisimova elimina Noskova Castroneves relembra bastidores de teste 'sabotado' da F1 com Toyota Textor critica saída de Franclim Carvalho do Botafogo: 'Tem uma criança comandando o clube' Quem é artilheiro da Série C que rescindiu com clube por salários atrasados Stubbs sugere Ferrero para impulsionar evolução de Jódar Intervenção no Corinthians depende de provas e pode afetar eleições Candiotto, Fullana e Bohrer confirmam, Tourinho marca segundo ponto Presidente da AFA critica teorias de 'entregada para Espanha: 'Um mês de mentiras' Dança das cadeiras! Ultimate define novo adversário de Jean Silva no Noche UFC Aliado diz que maioria apoia Infantino na Fifa: 'Levaria um tiro por ele'
Últimas

Dívida dos EUA supera US$ 40 tri pela primeira vez, e custo dos juros aumenta pressão sobre Trump

Veja ·
Dívida dos EUA supera US$ 40 tri pela primeira vez, e custo dos juros aumenta pressão sobre Trump

A dívida bruta dos Estados Unidos ultrapassou pela primeira vez a marca de US$ 40 trilhões nesta quarta-feira (19), consolidando um dos maiores desafios econômicos do segundo mandato de Donald Trump.

O endividamento americano praticamente dobrou desde 2017 e continua crescendo apesar das promessas do governo de reduzir gastos e controlar o déficit.

Dados do Departamento do Tesouro mostram que a dívida chegou a cerca de US$ 40,05 trilhões. Desse total, aproximadamente US$ 32,3 trilhões correspondem a títulos em poder de investidores e US$ 7,8 trilhões são obrigações entre órgãos do próprio governo.

O marco ocorre em um momento particularmente delicado para as contas públicas.

Nos dez primeiros meses do ano fiscal de 2026, encerrado em julho, o governo americano acumulou US$ 1,8 trilhão de déficit, mais do que em todo o ano fiscal anterior. Mantido o ritmo atual, o rombo deve superar US$ 2 trilhões até o fim do exercício.

A combinação entre dívida elevada, déficits persistentes e juros altos já começou a aparecer no mercado. O rendimento dos títulos do Tesouro americano de 30 anos chegou nesta semana a cerca de 5,33%, o maior nível desde 2007.

O tamanho da dívida é resultado de um processo que atravessa diferentes governos e partidos.

O endividamento americano aumentou fortemente durante a pandemia, quando Washington lançou programas de estímulo para evitar uma recessão mais profunda. A dívida também continuou crescendo nos governos de Trump e Joe Biden por causa de gastos com programas sociais, infraestrutura, defesa e outras políticas públicas.

Segundo a Reuters, o endividamento aumentou cerca de US$ 11,6 trilhões durante os dois mandatos de Trump e aproximadamente US$ 8,4 trilhões durante a presidência de Biden. A comparação, porém, precisa ser vista no contexto da pandemia, que provocou uma explosão dos gastos federais no primeiro mandato de Trump.

O que mudou agora é a velocidade com que o passivo está avançando. A dívida passou de US$ 39 trilhões em março para US$ 40 trilhões apenas cinco meses depois. Em junho, o Comitê Econômico Conjunto do Senado calculava que o país só chegaria a US$ 40 trilhões em setembro, mas a deterioração fiscal acelerou o calendário.

O problema não é apenas o tamanho da dívida, mas quanto custa financiá-la.

O governo americano pagou cerca de US$ 963 bilhões em juros líquidos entre outubro de 2025 e julho de 2026, segundo dados do Congressional Budget Office. Isso equivale a mais de US$ 3 bilhões por dia.

A despesa com juros já supera o gasto federal com programas importantes e se tornou uma das maiores rubricas do orçamento. A Reuters destaca que o serviço da dívida passou a superar inclusive os gastos com o Medicare e se aproxima do topo das despesas federais.

Esse mecanismo pode criar um círculo difícil de interromper: quanto maior a dívida, maior a necessidade de emitir títulos; quanto maiores os juros exigidos pelos investidores, mais dinheiro o governo precisa destinar ao serviço do passivo; e quanto maior a despesa com juros, maior tende a ser a necessidade de novos empréstimos.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›