segunda-feira, 17 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Megaestudo analisa impacto da prática da gratidão em 34 países Consumo crônico de goma xantana pode causar inflamação intestinal Conferência FAPESP debate a transição da computação quântica dos laboratórios para o mercado Pacientes com hipotireoidismo apresentam apneia do sono com maior frequência e gravidade Curso de mestrado para formação de professores em computação está com inscrições abertas Metabolismo urbano sob o domínio financeiro Aulas para vestibulares do ICTP-SAIFR teste agendamento operamuni serverdo ONU denuncia ‘investigação travada’ sobre assassinato de presidente do Haiti Governo e oposição chegam a acordos na Venezuela sobre reconstrução pós-terremoto e reforma do Judiciário Megaestudo analisa impacto da prática da gratidão em 34 países Consumo crônico de goma xantana pode causar inflamação intestinal Conferência FAPESP debate a transição da computação quântica dos laboratórios para o mercado Pacientes com hipotireoidismo apresentam apneia do sono com maior frequência e gravidade Curso de mestrado para formação de professores em computação está com inscrições abertas Metabolismo urbano sob o domínio financeiro Aulas para vestibulares do ICTP-SAIFR teste agendamento operamuni serverdo ONU denuncia ‘investigação travada’ sobre assassinato de presidente do Haiti Governo e oposição chegam a acordos na Venezuela sobre reconstrução pós-terremoto e reforma do Judiciário
Últimas

Especialistas defendem tecnologia e reformas para desafogar Judiciário em seminário da Folha

UOL Notícias ·
Especialistas defendem tecnologia e reformas para desafogar Judiciário em seminário da Folha

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

A solução para desafogar o Judiciário passa pelo uso da tecnologia como ferramenta de gestão e transformação institucional, defenderam nesta segunda-feira (17) pesquisadores e advogados que participaram de um debate sobre o congestionamento do sistema judicial brasileiro.

O debate faz parte do ciclo de seminários "O Judiciário em Debate: Integridade, Eficiência e Acesso à Justiça" , promovido pela Folha em parceria com a OAB-SP (seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil) e com o apoio da AASP - Associação dos Advogados.

Para o presidente da Associação Brasileira de Jurimetria, Marcelo Guedes Nunes, novas tecnologias podem dar homogeneidade às decisões judiciais e tornar a Justiça mais previsível.

Ele contou que um amigo juiz usou recentemente uma ferramenta de inteligência artificial para analisar todas as suas sentenças e descobriu "uma série de contradições que nunca tinha percebido", como diferenças em cálculos para correção de débitos judiciais.

Segundo Guedes, a Justiça brasileira recebe cerca de 40 milhões de processos novos por ano, o equivalente a 18 mil ações para cada 100 mil habitantes por ano. Nos Estados Unidos, a taxa é de 20 mil processos novos por ano por 100 mil habitantes.

O pesquisador observou que é preciso diferenciar o que é legítimo e o que é abusivo e citou dados de um estudo recente, segundo o qual somente 20% das ações poderiam ser classificadas como litigância predatória. O estudo mostrou também uma grande concentração dessas ações em poucos escritórios de advocacia.

De acordo com o estudo, 53% das ações consideradas predatórias são de responsabilidade de 200 escritórios. "É simples controlar esse problema", disse Guedes.

"Talvez a grande frente seja de gestão, e não de reforma legislativa", afirma. "Discutimos muito a reforma do Judiciário pensando na reforma da lei, mas tem muita coisa que pode ser feita do ponto de vista da gestão", diz Nunes.

Ele apontou a digitalização dos processos como um dos grandes avanços dos últimos anos. "O processo eletrônico fez mais para incrementar a velocidade dos processos do que todas as reformas processuais voltadas para isso", disse. "O que resolveu a velocidade processual foi tecnologia e gestão, e não mudança de lei."

"Um pouco mais de preocupação com gestão e bom uso de tecnologia poderia nos fazer avançar imensamente", afirmou. "O uso de tecnologia é fundamental, é revolucionário, é transformador, mas traz o risco de apenas reproduzir o que a gente já faz hoje, e tornar o Poder Judiciário ainda mais rápido, mas não necessariamente mais eficiente."

Coimbra contou que a Procuradoria-Geral do Estado tem adotado soluções de inteligência artificial para automação de processos, mas também tem começado a usar modelos de IA generativa nos bancos de ações e recursos. Segundo ela, há juízes em São Paulo que assinam 2.000 sentenças por mês, e procuradores do Estado que chegam a ser intimados cem vezes por dia.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›