Mexicano é preso em aeroporto na Alemanha com 37 cobras venenosas na bagagem
Mexicano leva mais de 90 lagartos e cobras venenosas escondidos em bagagem Imago/Nature Picture Library Agentes da alfândega no aeroporto de Colônia/Bonn, no oeste da Alemanha, encontraram mais de 90 lagartos e cobras venenosas escondidos em frascos de cosméticos e meias na bagagem de um viajante mexicano, informaram as autoridades alemãs nesta quinta-feira (16/10).
O homem, de 45 anos, foi abordado no mês passado e submetido a um exame toxicológico após apresentar um comportamento "nervoso", disseram os agentes da alfândega.
Os resultados indicaram que o ele – um bombeiro, cuja identidade não foi revelada pelas autoridades – havia consumido cocaína.
Ao revistarem sua mala, os agentes não encontraram entorpecentes, mas sim cerca de 90 répteis escondidos em recipientes de plástico, frascos de xampu e creme, e meias.
Ele chegou em Colônia há três semanas, partindo da Cidade do México com uma escala em Istambul.
"Meus colegas no aeroporto estão acostumados a encontrar todo tipo de 'lembrança' de viagem nas malas, mas nunca tínhamos visto 37 cobras venenosas e 55 lagartos vindos do México", disse Jens Ahland, porta-voz da alfândega.
Agora no g1 "Nunca tínhamos feito uma apreensão tão grande" Entre os animais, havia víboras, cascavéis e diversas espécies de lagartos, incluindo iguanas-de-espinhos, salamandras e lagartos-sem-pata.
Segundo Ahland, algumas dessas espécies estão ameaçadas de extinção e sob rigorosa proteção.
Segundo o porta-voz, trata-se de animais raros.
"Nunca tínhamos feito uma apreensão tão grande de animais vivos aqui.
É angustiante ver o que algumas pessoas fazem com os animais por pura ganância e desejo de lucro." "Nunca tínhamos feito uma apreensão tão grande de animais vivos aqui", disse porta-voz da alfândega no aeroporto Colônia/Bonn Bonn.digital/picture alliance A alfândega acionou imediatamente veterinários da cidade de Colônia, que cuidaram do atendimento adequado aos animais.
Ainda assim, cerca de 30 deles morreram após a longa viagem, na qual permaneceram espremidos e sem comida.
Os animais sobreviventes foram levados para um serpentário próximo a Braunschweig.
Durante o interrogatório, o homem de 45 anos declarou que pretendia passar férias na Alemanha e que levou os animais para fazer um favor a um conhecido brasileiro.
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