Presidente do BRB diz que empréstimo de R$ 6,6 bilhões é “fundamental”
Em entrevista ao Metrópoles , o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, reforçou que o empréstimo de R$ 6,6 bilhões é “fundamental” para socorrer o banco gerido pelo Governo do Distrito Federal (GDF).
Nesta quinta-feira (13/8) uma reunião para tratar do assunto ocorre no Supremo Tribunal Federal (STF).
Leia também Grande Angular Investidores internacionais têm interesse no BRB, diz presidente Grande Angular “Melhor possível”, diz presidente do BRB sobre expectativa de reunião no STF “O empréstimo é fundamental para a capitalização do BRB”, afirmou ao ser questionado sobre as opções do banco para sair da crise provocada pela compra de ativos podres do extinto Banco Master.
Souza, no entanto, apontou outra “saída” para a crise do BRB: a venda, justamente, dos ativos.
“A saída seria pegar esses R$ 21,9 bilhões [de ativos do Master] e vender.
Mas teria que dar um tempo maior para [o BRB] poder vender sem um deságio muito grande”, disse.
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1 de 5 Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 2 de 5 Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 3 de 5 Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 4 de 5 Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 5 de 5 Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto Aval da União O presidente do BRB também afirmou que surgiu outra solução para a crise.
A mudança da classificação da Capacidade de Pagamento (Capag) do Governo do Distrito Federal (GDF) abre caminho para uma nova solução para socorrer o BRB, de acordo com o presidente da instituição financeira, Nelson Antônio de Souza.
Também em entrevista ao Metrópoles , Souza afirmou que com a melhora do indicador a União pode avalizar, junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o empréstimo de R$ 6,6 milhões acordado em maio deste ano — travado por falta de entendimento entre as partes.
“Decorrido esse prazo, de 28 de maio pra cá, outras outras opções surgiram.
Hoje, o haval soberano pode ser dado.
Porque naquela época o GDF tinha Capag C e não poderia ter aval soberano, o aval da União”, explicou.
O Capag é um indicador que avalia a saúde fiscal e o risco de crédito.
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