Festival Paralímpico reúne cerca de 300 participantes em Roraima
Festival Paralímpico reuniu cerca de 300 participantes no Parque Anauá, em Boa Vista, com atividades voltadas à inclusão e à experimentação de modalidades esportivas adaptadas. (Foto: Lucas Castro/FolhaBV) Cerca de 300 crianças, adolescentes e adultos participaram da 11ª edição do Festival Paralímpico Loterias Caixa, realizada no último sábado (19), no Parque Anauá.
Promovido pelo Centro de Referência Paralímpico de Roraima, o evento reuniu pessoas com e sem deficiência em uma manhã de atividades esportivas e de inclusão.
Os participantes puderam experimentar cinco modalidades: atletismo, vôlei sentado, bocha paralímpica, tiro com arco e halterofilismo.
As atividades fazem parte das 10 modalidades oferecidas gratuitamente pelo Centro de Referência Paralímpico de Roraima.
Segundo o coordenador do Centro, Vinicius Denardin, esta foi a maior edição do festival em Roraima.
Ele destacou o caráter educativo e recreativo da iniciativa, que busca aproximar o público do esporte paralímpico.
“É a maior edição da história do nosso festival.
Um dia totalmente festivo, uma festa da inclusão, para que as pessoas com deficiência possam experimentar a prática esportiva de forma lúdica, recreativa, se divertir e conhecer o esporte.
O esporte é uma ferramenta importantíssima de transformação para inclusão, para questões sociais, além dos benefícios motores e psicológicos, e também uma ferramenta importante para a transformação social das pessoas com deficiência” , disse.
Vinicius Denardin, coordenador do Centro de Referência Paralímpico de Roraima, destacou a importância do festival para a inclusão por meio do esporte. (Foto: Lucas Castro/FolhaBV) Denardin também ressaltou a participação de pessoas de outras regiões do estado.
Uma delegação de Caracaraí esteve presente no evento, ampliando o alcance da programação para além da capital.
Paratleta destaca importância do festival Entre os participantes estava a paratleta Nara Moura.
Para ela, o festival proporciona uma experiência diferente a cada edição e permite que os participantes conheçam modalidades que podem passar a fazer parte da rotina esportiva.
Nara também relembrou a época em que era criança e afirmou que não tinha acesso a eventos desse tipo nem a tantas oportunidades de praticar esportes adaptados.
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