Vídeo! Pedreiro faz própria defesa em tribunal e surpreende juízes: “Pode mudar de profissão”
O pedreiro Edilson Takahara chamou atenção durante uma sessão de julgamento da 2ª Turma Recursal do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11) ao fazer a própria defesa.
A atuação surpreendeu os magistrados, que elogiaram os argumentos apresentados e chegaram a sugerir que ele poderia “mudar de profissão”.
Veja o vídeo abaixo.
Pedreiro Edilson fez a própria defesa em julgamento.
Foto: Reprodução/Redes Sociais Um trecho da sessão repercutiu nas redes sociais mostra o momento em que Edilson fala sobre o esforço para “vencer a barreira” e criar coragem para defender o próprio caso.
No direito, a prática é chamada de sustentação oral em causa própria.
“Para mim, não é tão fácil, acho que todo mundo sabe disso.
Porque eu tive que me esforçar para vencer essa barreira de criar coragem de vir até aqui, mesmo com todo mundo dizendo: ‘olha, não adianta, você não vai saber falar’.
Então, eu me esforcei estudando o básico em relação à CLT, em relação ao meu caso” disse Edilson na sessão Atenção: motoristas com pendências no CPF terão CNH bloqueada pelo Detran Atuação do pedreiro ao realizar a própria defesa rendeu elogios do relator Após a manifestação de Edilson, o juiz e relator do caso, Sandro Nahmias Melo, elogiou a preparação do pedreiro e destacou a importância de permitir que uma pessoa possa fazer a própria defesa.
“Já digo ao Sr.
Takahara, que nesse tempo em que se aplicou o estudo para vir fazer a sustentação, com certeza já pensou em mudar de profissão (…) Pode mudar de profissão, porque a lógica de argumentos acabou sendo melhor do que muitas sustentações que essa turma tem ouvido de doutos patronos” destacou o juiz.
Quem participa de racha e causa morte pode perder carro e carteira de motorista para sempre, propõe Projeto de Lei na Câmara dos Deputados Veja o vídeo: Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por JuriNews (@jurinews) Desfecho do julgamento Edilson Takahara fez a própria defesa depois que a empresa para a qual trabalhava entrou com recurso para tentar derrubar o reconhecimento do vínculo empregatício.
Os desembargadores negaram o pedido da empresa e mantiveram a decisão que reconheceu que Edilson tinha vínculo de trabalho com a empresa.
Houve apenas uma mudança nos valores pedidos no processo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.