dIA das crIAnças: A herança que você não planejou deixar
Minha filha tem dois anos.
Conversa com o GROK no modo de voz como quem já nasceu sabendo.
Pede música pra Alexa por conta própria, e a Alexa já conhece a playlist que ela gosta.
Sem cerimônia, sem instrução, sem medo.
Pra ela, inteligência artificial não é novidade.
É um dentre os brinquedos que fazem barulho.
Eu montei um app pra ela.
Coisa simples: figuras no tablet.
Ela toca na imagem do gato, o app diz “gato”, “cat”, “gato” em espanhol.
Ela repete.
Onze minutos por dia bastam pra treinar fala e três idiomas ao mesmo tempo e nem é todo dia.
Em outra casa, mesma cidade, o tablet aparece na mão da criança e o pai diz: “tira isso, ela é muito nova.” Não é proteção.
É teto.
Com ressalva aos excessos de tela, esses eu também sou contra.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.