Sell-off na B3: comprar exportadoras ou apostar na queda dos juros? O que fazer agora
A queda recente da Bolsa brasileira, com o Ibovespa atingindo na véspera o menor patamar desde janeiro, tem colocado investidores diante de uma dúvida importante: aproveitar os preços mais baixos para reforçar posições em ações domésticas sensíveis aos juros ou buscar proteção em empresas exportadoras e menos dependentes da economia local? Embora haja consenso de que o Brasil continua barato em termos de valuation, os bancos têm apresentado diagnósticos diferentes sobre quais setores devem liderar os retornos daqui para frente.
De um lado, o Bradesco BBI argumenta que o sell-off criou oportunidades justamente em papéis que mais sofreram com a alta recente da curva de juros.
Do outro, o JPMorgan reduziu sua recomendação para o Brasil de overweight (exposição acima da média do mercado) para neutra e passou a priorizar empresas de perfil mais defensivo, exportadoras e de alta qualidade.
Já o Itaú BBA relata que investidores asiáticos seguem positivos com o país, mas ainda evitam uma aposta mais ampla no chamado “beta Brasil”.
Bradesco BBI: queda foi exagerada e abre oportunidade Para a equipe liderada por Ben Laidler, do Bradesco BBI, a recente correção da Bolsa não foi motivada por deterioração relevante dos fundamentos econômicos ou corporativos.
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