Tarcísio diz que PM analisou 70 câmeras em SP e não viu perseguição de motorista de Haddad
Tarcísio diz que polícia vai ouvir motorista de Haddad O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, candidato a reeleição pelo Republicanos, disse neste domingo (16) que o caso envolvendo a perseguição de uma viatura da PM ao motorista do adversário Fernando Haddad (PT) foi uma "falsa comunicação de crime".
Segundo o candidato, a Polícia Militar (PM) analisou 70 câmeras da região e não constatou que houve perseguição ao carro usado por Haddad na Zona Sul de São Paulo.
“A gente está apurando isso com a maior responsabilidade do mundo, porque se houvesse algum problema, se houvesse algum desvio de conduta, a gente ia punir severamente aqueles que atuaram no desvio de conduta.
Mas tudo está mostrando que não houve absolutamente nada e se trata, no final das contas, de uma falsa comunicação”, afirmou Tarcísio.
Câmera de segurança registra uma viatura policial passando em frente à casa de Haddad na terça, na sequência, o candidato do PT ao governo chega de carro Divulgação “A gente percebe também nas imagens, a gente analisou imagens de mais de 70 câmeras, que não houve nenhuma abordagem, não houve contato dos policiais no carro dele.
Isso está virando um inquérito agora na Polícia Civil, o motorista vai ser intimado para depor, e então logo a Polícia Civil vai pegar todas as informações, de todas as imagens, do GPS das viaturas, vai juntar isso, vai concluir o inquérito e aí o inquérito vai chegar a uma conclusão”, declarou.
Embora admita que algumas viaturas cruzaram o caminho do motorista do petista, o candidato do Republicanos afirmou que foram cruzados os dados de GPS das viaturas e as câmeras de segurança da cidade para chegar à conclusão.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante evento de campanha neste domingo (16).
Divulgação “A polícia concluiu a parte dela, fez uma apuração.
Então, a gente pegou o GPS das viaturas, monitorou via GPS qual foi o trajeto que cada viatura fez, qual foi o itinerário de cada viatura, que cada viatura percorreu.
Isso é bastante conclusivo, porque, por exemplo, a gente vê que não há perseguição”, declarou.
“Nós temos algumas viaturas que cruzam o carro que ele estava e seguem destino.
Por exemplo, aquela viatura que passa na rua dele, logo na sequência ela vai para o estacionamento do batalhão.
A outra viatura, quando ele está parado no hotel, passa do lado, então ela não para, não aborda, ela segue um pouco mais em frente, se junta com outra viatura e vai fazer patrulhamento em outra rua”.
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