Roger Daltrey fala à RS sobre Brasil, carreira solo, The Who e Eddie Vedder
Prestes a vir ao Brasil para se apresentar, como atração solo, no segundo dos três dias de Best of Blues and Rock — festival marcado para ocorrer no Parque Ibirapuera, São Paulo, entre 20, 21 e 22 de novembro —, Roger Daltrey garante: sua voz está no auge.
Neste bate-papo com Rolling Stone Brasil , o lendário cantor de 82 anos reflete sobre suas atividades recentes como artista solo e com The Who , explica a sonoridade dinâmica de seu show atual, avalia o estado da música contemporânea e rasga elogios a Eddie Vedder , o outro headliner do evento.
Texto por Igor Miranda Entrevista por Igor Miranda e Pedro Hollanda Entrevista com Roger Daltrey (The Who) Você volta ao Brasil, agora como artista solo, cerca de 9 anos após ter tocado pela única vez com The Who.
O que você se lembra da experiência de se apresentar aqui em 2017? Roger Daltrey: O público foi simplesmente fabuloso.
O calor da plateia brasileira é incrível para o rock.
Além disso, estávamos em turnê com o Guns N’ Roses .
Então, havia um certo espírito competitivo.
Pensamos: “bem, vamos dar o nosso melhor para eles”.
Agora, você toca em um festival que também conta com Eddie Vedder, historicamente o maior fã de The Who no mundo — a ponto de ele ter dito que a banda mudou a vida dele.
O que você acha do Pearl Jam, e o que você pensa quando os vê ao vivo? RD: Gosto muito do Pearl Jam .
Acho que eles surgiram na hora certa, quando a música estava em uma fase meio desleixada.
Era o final dos anos 1980.
Bandas como Pearl Jam e Nirvana deram uma sacudida no cenário em uma época em que ele precisava muito dessa sacudida.
Eddie Vedder se tornou um amigo incrível ao longo dos anos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.