Zudizilla foi da alquimia ao jazz para encontrar a ‘Quintessência’
Zudizilla fala de Quintessência (2026) como um presente do universo — uma obra que encontrou nele um caminho, mas que poderia ter chegado a outra pessoa.
“Esse disco eu fui presenteado pelo universo com esse disco e acredito que outra pessoa poderia ter sido”, disse em entrevista nos estúdios da Rolling Stone Brasil .
Entre a sensação de ter recebido o álbum e as experiências que o levaram até ele, o artista conta a história de seu novo trabalho.
Antes das faixas, um número atravessa o projeto.
O cinco está na contagem dos álbuns, na numerologia que o artista passou a estudar e nas cinco destilações que, segundo sua pesquisa sobre alquimia, conduzem à essência mais pura.
Quinto álbum de estúdio de Zudizilla , Quintessência tem 16 faixas e participações de Catto , Cristal , Vitor Ramil , Renato Borghetti e Luciana Mello .
Para entender o trabalho, porém, é preciso voltar ao momento em que ele decidiu encerrar um ciclo.
Durante quatro anos, a trilogia Zulu (2019–2023) foi o território em que Júlio Cesar , nome de batismo do artista, construiu uma voz reconhecível.
Ao concluí-la, sentiu a necessidade de mudar de personagem e romper com o universo dos três volumes e da ópera preta.
Queria começar uma nova etapa sem a sombra da anterior.
O número que não fecha o círculo A numerologia apontou uma saída.
Na interpretação de Zudizilla , o cinco abre uma espiral.
Liberdade, mudança e aventura eram as ideias de que precisava naquele momento.
Ao revisitar a trilogia, reconheceu nos três volumes um artista que ainda não tinha os dois pés em São Paulo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.