Criador de ‘Crazy Taxi’, Kenji Kanno fala à RS sobre novo game, mapa do Brasil, polêmica com IA e mais
O Brasil é a quarta parada de Crazy Taxi: World Tour ! O mapa inspirado no país foi apresentado na Brasil Game Show 2026, por Kenji Kanno , criador da franquia e produtor do novo jogo da SEGA .
O cenário reúne ruas de uma cidade grande e trechos de litoral, além de fachadas de redes como Habib’s, Fogo de Chão e Fast Shop.
Anunciado em junho, o título é o primeiro grande lançamento da série desde 2002.
Na campanha, o taxista Axel percorre cinco mapas em busca dos vilões mascarados que roubaram seu carro.
Alemanha, Japão e Brasil são os destinos internacionais já revelados.
O jogo também terá modos para vários jogadores, personalização de veículos e um modo de fliperama que recupera a fórmula clássica, com o retorno de The Offspring e Bad Religion à trilha sonora.
As plataformas confirmadas são Xbox Series X|S, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e PC.
Em entrevista à Rolling Stone Brasil , Kanno falou sobre o retorno da franquia, a escolha do Brasil, a trilha sonora e as críticas ao uso de inteligência artificial generativa no desenvolvimento.
Você descreveu o retorno de Crazy Taxi como resultado de uma série de coincidências quase milagrosas.
O que precisou se alinhar para o projeto sair do papel? Depois do lançamento de Crazy Taxi , a gente trabalhou na série por um tempo, e depois ela ficou muitos anos parada.
Nesse período, trabalhei em vários outros títulos e já tinha vontade de retomá-la.
Essa vontade coincidiu com uma nova diretriz da empresa: reviver as séries antigas e apresentá-las ao público de hoje.
O momento certo encontrou essa vontade, e foi assim que o projeto começou.
Além disso, a gente vive em um mundo com muitas notícias ruins, muita coisa ruim acontecendo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.