Natura detalha projeto lucrativo de sustentabilidade na Amazônia e quer ser regenerativa até 2050
Angela Pinhati, diretora de Sustentabilidade da Natura, fala ao ND Mais sobre metas de descarbonização, impacto na Amazônia e por que a empresa deixou de falar em ESG
Há quatro décadas no radar da sustentabilidade, pelo menos desde o lançamento pioneiro dos refis de cosméticos em 1983, a Natura decidiu ir além do ESG. Em entrevista ao ND Mais Negócios & Dinheiro , Angela Pinhati , diretora de Sustentabilidade da companhia, afirmou que o termo já não faz parte do vocabulário interno da empresa. No lugar dele, entrou a palavra “regeneração”, com meta declarada de tornar o negócio regenerativo até 2050.
A régua usada para medir esse avanço é o IP&L (Integrated Profit and Loss), um balanço que soma ao resultado financeiro tradicional os chamados capitais natural, social e humano, incluindo poluição, pegada de carbono, geração de renda e diversidade. Segundo Pinhati, o resultado hoje é de R$ 4 de impacto positivo para cada R$ 1 de receita.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.