Elden Ring no Switch 2: A Tarnished Edition vale a pena?
Voltar para Elden Ring no Switch 2 me fez enxergar o jogo de uma forma diferente.
Na primeira vez, eu ainda carregava aquela velha mania de enfrentar tudo do meu jeito, insistindo em uma build específica, evitando certas facilidades e transformando cada chefe em uma disputa de orgulho.
Desta vez, larguei isso de lado.
Comecei a aceitar melhor tudo o que o jogo coloca à disposição, e foi aí que Elden Ring voltou a mostrar por que continua tão difícil de comparar com qualquer outro RPG de ação.
A Tarnished Edition reúne o jogo principal e Shadow of the Erdtree em um único pacote.
No Switch 2, ela vem acompanhada de alguns extras, mas o verdadeiro atrativo está em outro lugar: poder levar as Terras Intermédias para qualquer canto.
Existem perdas visuais evidentes e versões tecnicamente superiores, mas a essência continua inteira.
A liberdade continua sendo a maior arma de Elden Ring O que mais gosto em Elden Ring é aquela sensação de sair andando sem saber exatamente onde vou parar.
O mapa não fica me puxando pelo braço o tempo todo.
Vejo uma ruína, uma estrada estranha ou alguma estrutura ao longe e simplesmente sigo naquela direção.
Às vezes encontro algo importante.
Em outras, perco tempo, runas e paciência.
E isso faz parte do encanto.
Como não existe recompensa garantida esperando em cada esquina, as boas descobertas realmente parecem descobertas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.