Inter quita salários antes do Gre-Nal, mas crise financeira ainda preocupa; saiba mais
Mauricio Saraiva analisa a vitória do Inter sobre o Corinthians no Beira-Rio O Inter quer chegar ao clássico Gre-Nal do próximo domingo sem pendências financeiras no vestiário.
Por isso, nesta quarta-feira, o clube quitou os salários registrados em carteira dos jogadores.
O movimento busca evitar desgastes internos antes da sequência decisiva no Brasileirão.
Ainda assim, a direção segue atenta à delicada situação financeira. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Eu já decidi um Gre-Nal: Iarley decidiu o Gre-Nal para o Inter no BR de 2006 + O ge está no WhatsApp! Siga o canal ge Inter Apesar da vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians, nesta quarta-feira, pela 29ª rodada, o Inter segue na zona de rebaixamento.
Ultrapassou o próprio Grêmio, adversário de domingo, mas o clássico pode tirar o vencedor do Z-4, dependendo também dos demais resultados da rodada.
O esforço colorado para manter os pagamentos em dia também serve como prevenção após os problemas enfrentados antes do último Gre-Nal, válido pela Copa do Brasil.
Na ocasião, atrasos nos direitos de imagem geraram insatisfação entre os atletas, que decidiram não concentrar antes do clássico.
Posteriormente, o clube se mobilizou para conter a crise e normalizar a situação.
Fabinho e presidente do Inter Alessandro Barcellos Ricardo Duarte/Internacional Inter ainda enfrenta restrições Apesar de manter os compromissos com o elenco em dia, o Inter continua sofrendo reflexos dos problemas financeiros.
Nesta quinta-feira, o clube recebeu um transfer ban doméstico preventivo em razão das regras do Fair Play Financeiro.
A punição foi aplicada pela Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf), órgão independente criado pela CBF para fiscalizar o cumprimento das normas de fair play financeiro no futebol brasileiro.
Na prática, a medida não tem nenhum efeito.
O Inter já está proibido de inscrever novos atletas porque tem dois transfer bans da Fifa.
As punições decorrem de dívidas pelas aquisições de Juninho junto ao Midtjylland, da Dinamarca, e Ramon, do Olympiacos, da Grécia.
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