‘É uma das maiores crises humanitárias do país’, diz Damares sobre mortes de Yanomamis
Na edição de VEJA que está nas bancas, o Radar mostra que o avanço das mortes na terra Yanomami, no atual governo Lula , é tratado em Brasília como “crise humanitária” a envolver tanto o Congresso quanto o STF na discussão de ações.
Uma comissão do Senado, liderada pela senadora Damares Alves , que obteve os dados do governo Lula, quer investigar se a gestão petista desviou o dinheiro que deveria ser usado para proteger os Yanomami.
Foram mais de 2 bilhões de reais no atual mandato de Lula, mas parte da verba sumiu misteriosamente, segundo a senadora.
“A nossa principal missão é fiscalizar de forma rigorosa e perguntar com clareza: onde está esse dinheiro, como ele foi efetivamente executado e por que esses recursos ainda não se traduziram em saúde, segurança e dignidade real para o povo Yanomami”, diz Damares.
Para a senadora, a crise Yanomami na gestão petista é uma das questões mais urgentes na agenda nacional: “O que mais nos preocupa é ver anúncios de bilhões de reais em recursos enquanto a realidade nas aldeias continua desesperadora.
Estamos diante de uma das maiores crises humanitárias do nosso país”.
Continua após a publicidade A violência também é fator determinante na crise.
Sob Bolsonaro, 651 indígenas foram assassinados nos três primeiros anos de governo.
Com Lula, o número de mortos subiu para 677 no mesmo período, segundo o Cimi.
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