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Ciência

Americano bate recorde com mais de 500 caveiras tatuadas pelo corpo

Galileu ·
Americano bate recorde com mais de 500 caveiras tatuadas pelo corpo

O corpo de Scott Norman é uma espécie de arquivo pessoal.

Aos 56 anos, o americano carrega 525 tatuagens de caveiras espalhadas pela pele, principalmente nas costas e na perna direita.

O conjunto, construído ao longo de mais de 30 anos, rendeu a ele o título do Guinness World Records de homem com o maior número de caveiras tatuadas no corpo.

A coleção começou de maneira despretensiosa, em 1990, quando Norman passou a tatuar desenhos de que gostava.

Com o tempo, as imagens ganharam novos significados e começaram a representar lugares, pessoas e experiências acumuladas ao longo de sua vida.

“Um crânio virou outro e quando eu tinha dinheiro e tempo, acrescentava mais um”, contou Scott ao Guinness World Records.

“Mais de 30 anos depois, de alguma forma, essa coleção peculiar que cresceu junto com a minha vida se tornou um título do Guinness World Records.

Definitivamente, eu não esperava por isso.” Embora hoje as caveiras estejam presentes em praticamente todo o corpo, a primeira tatuagem do tipo foi feita em 1994.

Tratava-se de uma cobertura no peitoral esquerdo: uma caveira usando um sombrero.

Na época, Scott morava na Geórgia, nos Estados Unidos, e o trabalho foi realizado pelo tatuador Ken Knight, do Kingsbay Tattoo.

A relação entre os dois ultrapassou a do tatuador e cliente.

Knight se tornou amigo de Scott e uma influência importante para que as caveiras passassem a fazer parte de sua vida.

“Todo Natal, Ken fazia uma pequena tatuagem de caveira para amigos e familiares”, contou Scott.

“Krysta, uma das minhas filhas, ganhava uma tatuagem temporária toda sexta-feira se tivesse tido uma boa semana na escola primária.” “Assim, aos poucos, os crânios se tornaram parte da linguagem de nossa família e amizades.” Memórias na pele Para Scott, as caveiras também representam algo mais amplo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.

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