Associação de usuários pede manutenção de Rodoviária do Coxipó após MP que pedir suspensão
Rodoviária Coxipó Cuiabá Ariane Locatelli A Associação dos Usuários de Transporte Coletivo de Mato Grosso (ASSUT-MT) entrou na discussão sobre a chamada Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá, e pediu a manutenção do atendimento no local.
O pedido ocorre em meio a uma ação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que pede à Justiça a regularização ou a suspensão das atividades do ponto de embarque e desembarque.
O g1 entrou em contato com a Ager-MT, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Em 12 de agosto deste ano, a Justiça deu prazo de cinco dias para a Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT) e o governo estadual informarem a situação da Rodoviária do Coxipó.
A decisão foi tomada após a ação do MPMT, que aponta irregularidades e falta de autorização formal do poder público para o funcionamento do local. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 A discussão envolve o fato de o ponto funcionar em uma área particular e, segundo o Ministério Público, não ter concessão para operar como terminal de transporte intermunicipal.
Pedro Aquino, presidente da ASSUT-MTafirma que o local é utilizado há décadas e defende que o poder público encontre uma solução para garantir o atendimento aos passageiros.
Aquino afirmou que os usuários foram surpreendidos com a possibilidade de suspensão do atendimento e não foram ouvidos antes da ação.
“Isso tem 50 anos.
Então, quem tem que ver isso é o Estado.
O que nós queremos é que sejam ouvidos os usuários de transporte coletivo”, disse.
A associação informou que encaminhou documentos ao Ministério Público, à Ager-MT, à Defensoria Pública e à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) para pedir uma discussão sobre o futuro do local.
Associação defende alternativa A ASSUT-MT não defende necessariamente que o atendimento continue no prédio particular onde funciona atualmente, mas afirma que os passageiros precisam ter uma alternativa antes de qualquer suspensão das atividades.
“Enquanto usuários, entendemos que aqui tem que melhorar, fazer melhorias.
Não precisa ser aqui, não precisa ser em prédio particular.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.