Festa da Primavera driblou a chuva com espetinho, bazar e encontro
Enquanto Campo Grande enfrentava neste último sábado (12) um daqueles dias em que o céu parecia não dar trégua, com tempestades e chuva forte, na Vila Alba havia quem escolhesse fazer diferente: abrir espaço para a primavera florescer na 4ª edição da Festa da Primavera.
Na Reiyukai do Brasil, a festa aconteceu mesmo com o número reduzido de expositores e as dificuldades pelo caminho.
Foram 6 expositores, além de bazares, artesanato, gastronomia, espetinhos, pastéis, karê e uma mesa de bolos variados.
Aos 72 anos, Elsa Abbud coordena a 4ª edição da festa e comemora a movimentação do público, mesmo com a chuva.
Segundo ela, o grupo manteve a programação porque costuma seguir com as atividades apesar dos imprevistos, e a resposta dos visitantes acabou surpreendendo positivamente.
“Mesmo com a chuva, resolvemos continuar e está dando tudo certo.
Está bombando aqui.
A festa também é uma forma de divulgar o nosso ensinamento, uma prática e uma filosofia que muda a nossa vida e deixa a gente feliz".
Professora e artesã, Rebecca Bloch, de 30 anos, participou pela primeira vez da feira Primavera após receber o convite de integrantes da organização.
Mesmo com a chuva, ela levou ao evento peças produzidas no próprio ateliê, entre acessórios de crochê, flores, turbantes, bolsas, nécessaires e cartões-postais.
“Fiquei muito contente por terem lembrado de mim e do meu trabalho.
Apesar das dificuldades e da chuva, é sempre bom se reunir, conhecer pessoas novas e aproveitar a companhia.
Já participei de outras feiras de artesanato pela cidade e, quando aparece um convite assim, eu gosto de estar presente”.
Aos 70 anos, o engenheiro e cozinheiro Ricardo Figueiredo, responsável pelo espetinho da festa, encarou a chuva com bom humor e ajudou a manter o ritmo da Festa da Primavera.
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