Turismo de matriz africana reforça identidade da Bahia
A interseção entre patrimônio histórico e o afroempreendedorismo baiano valoriza e preserva a herança cultural do povo negro que habita estas terras.
Ambos são mais que atrativos turísticos que criam vagas de trabalho e rendimentos, dentre outros pontos positivos, como a melhoria da qualidade de vida da população envolvida nas atividades.E a Bahia é bem servida destes atributos pela sua cultura e história, suas relíquias arquitetônicas, tradições com festas populares, música, culinária e sincretismo religioso.
Com este arcabouço, o turismo de matriz afro-centrada (afroturismo) se firma no estado, descentralizando as narrativas coloniais e evidenciando a resistência negra.O Recôncavo e a Chapada Diamantina se destacam tanto em iniciativas do afroempreendedorismo voltadas para o turismo, quanto em bens culturais materiais e imateriais tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Artístico e Cultural da Bahia (Ipac).
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