Quanto tempo de sono preciso? Por que você pode esquecer a “regra das oito horas”
Derk-Jan Dijk é professor de Sono e Fisiologia e diretor do Surrey Sleep Research Centre, na Universidade de Surrey.
O texto a seguir, escrito com Anne Skeldon, foi originalmente publicado no site The Conversation , que reúne artigos escritos por pesquisadores.
Vale a visita.
Durante décadas, a resposta para a pergunta “quanto sono um adulto precisa?” tem sido simples: oito horas por dia.
A ideia remonta a meados do século XIX, quando a noção de oito horas de trabalho, oito para lazer e oito para dormir se consolidou pela primeira vez.
Mas evidências crescentes sugerem que oito horas podem não ser a quantidade ideal de sono para todos, como aponta uma nova revisão narrativa publicada na revista científica Brain Medicine .
Vacina da herpes-zóster está ligada a benefícios ao coração Para descobrir quanto as pessoas dormem naturalmente, pesquisadores estudaram comunidades de caçadores-coletores cujos estilos de vida são mais próximos aos de nossos ancestrais e que têm pouco ou nenhum acesso à luz artificial.
Em um estudo inicial, os pesquisadores descobriram que pessoas na Tanzânia, Namíbia e Bolívia dormiam entre 5,7 e 7,1 horas por noite .
Essas durações curtas de sono não podem ser atribuídas ao barulho do trânsito, ao uso das redes sociais ou ao excesso de luz artificial à noite.
Continua após a publicidade As noites curtas também pareciam ser suficientes: as pessoas não compensavam com longos cochilos durante o dia.
Sem despertador, elas tendiam a acordar perto do amanhecer, independentemente do dia da semana.
O tempo exato que as pessoas dormem em sociedades não industrializadas varia dependendo de como o sono é medido, de onde moram, da estação do ano e de outros fatores ambientais.
Mas uma análise recente estimou a média em 6,4 horas.
Então, oito horas é demais? Esses estudos partem de uma suposição importante: que a quantidade de sono que as pessoas têm naturalmente é a quantidade de que precisam.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.