Um ano após morte de gari em BH, defesa de Renê apresenta nova versão
Belo Horizonte – Um ano após a morte do gari Laudemir de Souza Fernandes , de 44 anos, novos advogados de defesa do réu Renê da Silva Nogueira Júnior, de 48 anos, concederam entrevista coletiva, na manhã desta terça-feira (11/8) e alegaram que o empresário Renê não sabia que a vítima tinha morrido e por isso abandonou a cena do crime no dia e foi embora.
Ou seja, segundo sua nova defesa, o réu deixou o local do crime não por negligência, mas porque ignorava a existência da morte.
“A gente tem elemento de prova suficiente para mostrar que ele não tinha conhecimento. (…) A motorista do caminhão sustentou, ele entrou dentro do carro como se nada tivesse acontecido e foi embora”, disse o advogado Bruno Lemos.
Além disso, o advogado Bruno Correa Lemos ressaltou que se ele tivesse conhecimento teria prestado socorro à vítima .
“E a sociedade pode ter certeza se ele tivesse conhecimento que tivesse produzido resultado.
Ele era o primeiro a ficar ali prestar um socorro de vida, acionar as autoridades e não iria embora trabalhar de via”, ressaltou.
O defensor também disse que Renê “não objetivou atingir o senhor Laudemir e, dessa forma, muito menos o resultado de morte”.
Levantou ainda a possibilidade de outro disparo, de outra arma, ter atingido a vítima, mas não detalhou a suspeita.
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