VANDAL coloca vivências e referências da Bahia em seu álbum mais profundo, “VANGUARDAH”
Crédito: PEDRO559 A vida, a memória, a ancestralidade e as experiências de um artista negro, baiano e nordestino atravessam VANGUARDAH , novo álbum de VANDAL .
Pioneiro do Grime e do Drill no Brasil, o rapper de Salvador reúne dez faixas em que Rap, Samba- Reggae, Pagodão Baiano e música afro-sinfônica se encontram para construir um retrato da Bahia atual a partir de suas próprias vivências.
O álbum marca uma ampliação da pesquisa musical que acompanha a trajetória de VANDAL.
O projeto nasceu do diálogo entre referências globais do Hip Hop e sonoridades diretamente ligadas às ruas de Salvador e às festas populares, além das experiências que moldaram o artista.
Religiosidade, memória, afetos, perdas, pertencimento, ancestralidade e urgência aparecem ao longo das faixas, costurando diferentes dimensões da experiência de estar vivo e transformar sua existência em criação.
A expansão de linguagem ganhou força a partir do encontro com o produtor Tiago Simões .
Ideias que antes surgiam principalmente nos palcos passaram a ser desenvolvidas de forma mais aprofundada no estúdio, abrindo espaço para novas possibilidades de arranjo e composição.
O projeto cresceu ainda com a chegada de Russo Passapusso , responsável pela direção musical do álbum, que aproximou VANDAL do maestro Ubiratan Marques e da Orquestra Afrosinfônica.
A construção do disco também reflete esse caráter de encontro.
Em vez de formar previamente uma equipe de colaboradores, VANDAL viu as participações surgirem organicamente durante o processo de criação.
Além do líder do BaianaSystem , o material conta com Josyara , Giovanni Cidreira , Liz Reis , Lívia Nery , SUHHH , Hiran , DJ KL Jay , e os músicos Paulo Pitta e Colibri .
VANDAL lançou seu novo álbum, VANGUARDAH A sonoridade de VANGUARDAH , no entanto, parte de um território que acompanha VANDAL desde o início de sua trajetória.
Embora o artista tenha ajudado a expandir no Brasil linguagens como Grime e Drill, suas referências também estão profundamente ligadas às manifestações culturais de Salvador.
É desse cruzamento entre o global e o local que surge a identidade do álbum, que transforma diferentes matrizes sonoras em uma narrativa sobre a Bahia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.