Secas severas, chuvas volumosas e incêndios florestais: os efeitos do 'Super El Niño' que já preocupam cientistas
Cientistas monitoram formação de 'Super El Niño' e alertam para impactos no Brasil Um super El Niño está se formando no Oceano Pacífico e pode se tornar um dos mais intensos já registrados.
Em um planeta que já está mais quente por causa das mudanças climáticas, a combinação preocupa cientistas pelos possíveis efeitos sobre o clima no Brasil e no mundo.
Super El Niño pode intensificar chuvas, tempestades e enchentes no Brasil; entenda Previsões indicam mais de 90% de chance de que o fenômeno seja muito forte.
Um dos maiores especialistas no assunto define o cenário como um “monstro El Niño” se aproximando.
O fenômeno deve atingir o pico em dezembro, mas seus efeitos podem continuar no primeiro semestre de 2027.
No Brasil, uma das principais preocupações é o aumento das temperaturas.
Há alta probabilidade de que os termômetros fiquem acima da média em todo o país, com possibilidade de ondas de calor intensas e duradouras.
Esses episódios podem atingir principalmente pessoas mais vulneráveis, como idosos, doentes e moradores de áreas com condições precárias de habitação.
As ondas de calor são consideradas pelos pesquisadores uma ameaça silenciosa, justamente porque seus efeitos podem ser graves sem que exista um evento visível, como uma enchente ou um deslizamento.
Amazônia pode enfrentar mais seca e incêndios Outro alerta está relacionado à Amazônia.
Em Roraima, o risco de seca e fogo é apontado para este ano.
No restante da região, a previsão é de um período de chuvas mais curto no ano que vem, seguido por uma fase mais seca.
A combinação pode favorecer a ocorrência de incêndios.
Durante o último El Niño, o fogo bateu recorde na Amazônia e contribuiu para agravar o aquecimento do planeta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.