segunda-feira, 12 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia› CEO da Microsoft pede freio de emergência para IA avançada› Texto, criar imagem e programar: qual ferramenta de IA serve para você?› Flávio Bolsonaro promete tesouraço na censura e IA como amiga› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Musk vê SpaceX maior que economia da Terra e fala em US$ 12 quatrilhões› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia› CEO da Microsoft pede freio de emergência para IA avançada› Texto, criar imagem e programar: qual ferramenta de IA serve para você?› Flávio Bolsonaro promete tesouraço na censura e IA como amiga› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Musk vê SpaceX maior que economia da Terra e fala em US$ 12 quatrilhões
Brasil

Rock, baby! Crianças roqueiras mostram que gênero não é só para adultos

A Tarde ·
Rock, baby! Crianças roqueiras mostram que gênero não é só para adultos

Enquanto muitas crianças crescem embaladas por músicas de desenhos, sucessos virais e hits que dominam as redes sociais, uma turma baiana escolheu aumentar o volume para outro som.

Na playlist deles aparecem nomes como Nirvana, Red Hot Chili Peppers, Queen, Charlie Brown Jr., Guns N’ Roses e Pitty.

E não para por aí: guitarra, bateria, piano e planos de montar uma banda também fazem parte da brincadeira.Na Bahia, terra de Raul Seixas, considerado o pai do rock brasileiro, talvez não pudesse ser diferente.

Décadas depois de o “Maluco Beleza” ajudar a colocar o estado no mapa do gênero, uma nova geração começa a descobrir riffs, solos e batidas ainda na infância.Neste Dia das Crianças, o portal A TARDE conversou com pequenos fãs que desafiam a ideia de que rock é “música de adulto”.

Mais do que ouvintes, todos já estudam música e alguns escolheram justamente instrumentos historicamente ligados ao gênero.

Entre camisas de banda, aulas e playlists compartilhadas com os pais, eles mostram que o futuro do rock baiano pode estar começando bem cedo.Rock é coisa de criança?Preto, guitarras, cabelos compridos, rebeldia e sons pesados fazem parte do imaginário construído em torno do rock ao longo das décadas.

Quando o público é infantil, esses mesmos símbolos ainda podem provocar estranhamento.

Valentina, de 8 anos, por exemplo, percebe que seu gosto não é exatamente o mais comum entre os colegas.

Fã de Pitty, Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre os colegas da escola, ela não encontra muitos fãs do gênero.

“Acho que eu sou a única”, contou.Isso, porém, não virou problema.

Segundo ela, os colegas aceitam seu gosto tranquilamente.

E se alguém disser que rock não é música para criança, Valentina também já sabe o que responder.

“Eu diria que rock é um som bom, influencia em muitas coisas pra pessoa correr atrás.

É boa música”.A mãe, Anamara, também rejeita os estereótipos associados ao gênero, entre eles, de que o preto é uma cor inadequada para crianças.

Ler a notícia completa no A Tarde ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.

Mais de A Tarde

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›