Christa Pike já consegue caminhar após sobreviver a execução fracassada, diz advogado
Christa Pike entrando em tribunal no Tennessee, nos Estados Unidos.
Foto de dezembro de 2007.
J.
Miles Cary/Knoxville News Sentinel/USA TODAY via REUTERS Christa Pike, condenada à morte nos Estados Unidos, "já consegue se levantar e caminhar" enquanto segue hospitalizada após uma tentativa frustrada de execução ocorrida na semana passada, segundo um membro de sua equipe jurídica. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Pike, de 50 anos, foi condenada à morte no Estado americano do Tennessee após assassinar a jovem Colleen Slemmer com seu então namorado em 1995.
Ela sobreviveu a duas injeções letais em 30 de setembro, em um caso que especialistas descreveram como inédito.
Em entrevista à BBC na quarta-feira (7/10), o advogado Stephen Ferrell disse que não havia falado diretamente com Pike, mas que soube que ela estava se movimentando pelo quarto do hospital pela primeira vez, embora ainda estivesse mentalmente "confusa".
A Justiça determinou que o Estado do Tennessee preservasse todas as provas relacionadas à execução frustrada.
Essas evidências poderiam ser usados em um futuro processo contra as autoridades locais.
Agora no g1 O caso Pike agora entra em território desconhecido, pois acredita-se que ela seja a única pessoa a ter sobrevivido a uma tentativa de execução por injeção letal.
A execução fracassada foi considerada uma "bagunça" pela mãe de Slemmer, que estava entre aqueles que pressionavam para que Pike fosse condenada à morte.
O namorado de Pike na época do brutal assassinato de Slemmer, Tadaryl Shipp, foi poupado da pena de morte porque não era legalmente adulto quando o crime foi cometido.
Ele permanece na prisão.
Pike tinha 18 anos e Shipp 17 quando espancaram, torturaram e mataram Slemmer, de 19 anos, que conheceram em um acampamento de treinamento profissional para adolescentes problemáticos.
Christa Pike é a única pessoa de que se tem notícia a ter sobrevivido a uma tentativa de execução consumada nos EUA.
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