O pedido que médium do Cacique Cobra Coral se recusa a atender
A Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC) voltou aos holofotes após o anúncio da suspensão de “assistência climática” para a Argentina e a renovação por 25 anos do acordo com a Prefeitura do Rio em meio aos vendavais que já levaram prejuízos e mortes ao estado.
À frente da fundação está Adelaide Scritori , médium que afirma incorporar o espírito do Cacique Cobra Coral.
Em entrevista à coluna GENTE , ela contou que seu primeiro contato com as mensagens da entidade foi marcado pela sensação de que havia “uma grande missão pela frente e sem volta”.
A atuação da fundação, que já foi do Réveillon carioca ao Rock in Rio, passando pela coroação do Rei Charles III , na Inglaterra, ganhou projeção após as grandes enchentes de Santa Catarina, na década de 1980, quando o então governador Esperidião Amin teria solicitado ajuda.
Segundo Adelaide, após um primeiro contato, ela recebeu um novo comunicado do governo catarinense informando que a chuva havia parado e o nível das águas havia baixado.
A experiência, diz a médium, deu origem ao primeiro convênio da entidade com um governo estadual.
Questionada sobre os limites da atuação do Cacique Cobra Coral, Adelaide reconheceu que existem.
Segundo ela, há situações em que a orientação espiritual é não interferir.
“Quando pedem para, através do clima, prejudicar alguém ou algum país”, afirmou, classificando a situação como inadmissível.
Ela acrescenta que a fundação também procura manter uma postura neutra em guerras e conflitos armados.
Continua após a publicidade Na esfera política, Adelaide também comentou a suspensão da assistência à Argentina, anunciada após declarações de Javier Milei contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva .
Segundo a médium, a decisão foi unilateral e partiu dela, como forma de protesto.
“Uma falta de ‘lhanesa’”, afirmou, referindo-se a uma expressão posteriormente usada pelo próprio Cacique Cobra Coral.
Para uma possível reaproximação, a condição, segundo Adelaide, é que o presidente argentino se desculpe com o Brasil.
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