Prima de mulher esquartejada diz que teve pressentimento ao ver notícia sobre corpo no lixo: 'Aperto grande no peito’
Câmera flagra açougueiro jogando sacos com corpo de mulher esquartejada em Rio Preto A prima da mulher morta e esquartejada por um açougueiro em São José do Rio Preto (SP) contou ter tido um forte pressentimento de que as partes do corpo encontradas em lixeiras do bairro Parque Estoril, no dia 27 de julho, poderiam ser de Amanda da Silva.
A identificação da vítima, de 30 anos, foi confirmada pela Polícia Civil nesta terça-feira (18).
Marciel Dias dos Santos, de 29 anos, confessou o crime e está preso temporariamente desde o dia 1º de agosto.
Em entrevista à TV TEM, Karem Silva contou como foram os últimos momentos ao lado de Amanda e a apreensão vivida pela família até a confirmação da identidade da vítima. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Segundo Karem, Amanda esteve na casa da prima no dia 17 de julho, quando foi vista com vida pelos familiares pela última vez.
A família compartilhou nas redes sociais sobre o desaparecimento da mulher e relatou que, desde 19 de julho, ela estava incomunicável.
Karem Silva é prima de Amanda da Silva, vítima de esquartejamento por açougueiro em São José do Rio Preto (SP) TV TEM/reprodução Depois, ao acompanhar as primeiras notícias sobre o corpo encontrado nas lixeiras, a prima passou a desconfiar de que pudesse se tratar de Amanda.
A suspeita, no entanto, só foi confirmada mais de 20 dias depois, por meio de exame de impressões digitais.
"Ela tomou banho, se maquiou com minhas coisas, colocou minha roupa, meu sapato e saiu.
Falou que já voltava, mas até hoje...", relata Karem.
De acordo com a prima, a família não registrou um boletim de ocorrência imediatamente porque os sumiços temporários eram frequentes, devido ao histórico de Amanda.
Ela, no entanto, costumava retornar para casa depois de alguns dias.
"Senti um aperto muito grande no meu peito, muito grande mesmo.
Uma tristeza dentro de mim que eu falei para o meu marido: 'estou com um pressentimento com a Amanda' [..].
Quando saiu que acharam o corpo no lixo, falei com uma menina no serviço: 'sinto que é minha irmã'", relembra a prima.
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