Mortes no trânsito caem 11% em julho no Alto Tietê, aponta Infosiga
Mulher de 39 anos morreu após ser atropelada no acostamento da Mogi-Bertioga, no dia 20 de julho Divulgação/Artesp O Alto Tietê registrou 16 mortes no trânsito em julho de 2026, segundo dados do Infosiga, sistema do Governo de São Paulo que reúne estatísticas de acidentes de trânsito.
O número representa uma queda de 11,1% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram contabilizadas 18 mortes.
Entre as vítimas deste ano, 14 eram homens e duas eram mulheres.
Os homens representaram 87,5% das mortes registradas no período.
Os dados mostram ainda que pedestres foram a maioria das vítimas.
Das 16 pessoas que morreram, dez eram pedestres.
Também foram registradas duas mortes de ocupantes de automóveis, duas de motociclistas, uma de ocupante de ônibus e uma de ciclista.
Agora no g1 Atropelamentos concentram maioria das mortes Os atropelamentos concentraram a maior parte das mortes no trânsito em julho.
Das 16 vítimas, dez morreram em atropelamentos, o equivalente a 62,5% do total registrado no Alto Tietê.
Outras três mortes foram registradas em choques, duas em colisões e uma foi classificada pelo Infosiga na categoria "outros".
Em relação ao local dos acidentes, dez mortes aconteceram em estradas e rodovias, enquanto seis foram registradas em vias urbanas.
No dia 20 de julho, duas pessoas morreram em acidentes registrados nas rodovias do Alto Tietê.
As ocorrências aconteceram na Rodovia Mogi-Bertioga (SP-098), em Mogi das Cruzes, e na Rodovia Ayrton Senna (SP-070), em Itaquaquecetuba.
Itaquaquecetuba teve mais mortes Entre as dez cidades do Alto Tietê, Itaquaquecetuba registrou o maior número de mortes no trânsito em julho, com cinco vítimas.
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