quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Marcadores no sangue podem prever eficácia de imunoterapia contra melanoma avançado› Vacina brasileira contra malária vivax recebe aval para testes em humanos› FAPESP e Estônia articulam parcerias em ciência e inovação› O triunfo da viola no campo e na cidade› Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara seleciona professor titular› CEFAVELA apresenta balanço dos dois primeiros anos de atuação› Ecologia teórica e a física da vida: ampliando a escala da biodiversidade em um mundo em transformação› Construção Civil diz que precisará contratar 288 mil para compensar jornada› Fim da 6x1 pode custar até R$ 34,5 bilhões às prefeituras, diz FNP› Vendas do comércio reagem e crescem 0,1% em agosto, mostra IBGE› Marcadores no sangue podem prever eficácia de imunoterapia contra melanoma avançado› Vacina brasileira contra malária vivax recebe aval para testes em humanos› FAPESP e Estônia articulam parcerias em ciência e inovação› O triunfo da viola no campo e na cidade› Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara seleciona professor titular› CEFAVELA apresenta balanço dos dois primeiros anos de atuação› Ecologia teórica e a física da vida: ampliando a escala da biodiversidade em um mundo em transformação› Construção Civil diz que precisará contratar 288 mil para compensar jornada› Fim da 6x1 pode custar até R$ 34,5 bilhões às prefeituras, diz FNP› Vendas do comércio reagem e crescem 0,1% em agosto, mostra IBGE
Últimas

Fim da escala 6×1 pode levar à revisão de 32 contratos de ônibus em SP

Veja ·
Fim da escala 6×1 pode levar à revisão de 32 contratos de ônibus em SP

A aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 pode desencadear uma nova rodada de renegociações dos 32 contratos de concessão de ônibus da cidade de São Paulo.

O texto aprovado pelo Senado nesta quarta-feira, 14, prevê expressamente a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro de contratos públicos afetados pela redução da jornada de trabalho.

Na prática, abre espaço para que as concessionárias reivindiquem compensações pelos custos adicionais, com possíveis reflexos sobre os subsídios municipais e as tarifas cobradas dos passageiros.

Um estudo da consultoria WPLEX, apresentado à Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp), estima que a mudança poderá elevar entre 14% e 19% os gastos das operadoras com pessoal, dependendo da interpretação jurídica adotada.

As simulações também apontam que a manutenção da oferta atual de serviços poderá exigir a contratação de aproximadamente 20% mais motoristas.

A pressão chega em um momento em que a Prefeitura de São Paulo já prevê desembolsar 6,2 bilhões de reais em compensações tarifárias ao sistema de ônibus em 2026.

Diferentemente de outros modelos de concessão, a remuneração das empresas na capital paulista é calculada principalmente a partir de fatores operacionais, como frota, horas de serviço e quilometragem percorrida.

Continua após a publicidade O artigo 9º da PEC estabelece prazo de até um ano para a formalização dos aditivos destinados à recomposição dos contratos afetados.

Ainda não há estimativa oficial de quanto a mudança poderá acrescentar à conta da Prefeitura de São Paulo.

Tampouco há reajuste automático previsto para as passagens.

A eventual compensação dependerá da apuração dos custos efetivos e das condições de cada contrato.

Publicidade

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›