quarta-feira, 21 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Idosos mais ativos têm volume cerebral preservado em áreas de memória e raciocínio, mostra estudo› Mesmo sem olhos, ostras e mexilhões possuem grande diversidade de proteínas que percebem a luz› Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas vai apoiar projetos de tecnologias educacionais› O RADASP e o avanço da pesquisa meteorológica em São Paulo› SBPC premia alunas que se destacaram em atividades científicas› Conecta Florestal aproxima estudantes e empresas na Esalq-USP› Encontro de Álgebra e Geometria Campinas-São Carlos› Dívidas das empresas brasileiras atingem R$ 244,4 bi, diz Serasa Experian› Atendente grávida obrigada a vomitar no lixo: TST condena Vivo em R$ 30 mil› Governo libera mais R$ 6,5 bi em crédito a exportadores tarifados por Trump› Idosos mais ativos têm volume cerebral preservado em áreas de memória e raciocínio, mostra estudo› Mesmo sem olhos, ostras e mexilhões possuem grande diversidade de proteínas que percebem a luz› Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas vai apoiar projetos de tecnologias educacionais› O RADASP e o avanço da pesquisa meteorológica em São Paulo› SBPC premia alunas que se destacaram em atividades científicas› Conecta Florestal aproxima estudantes e empresas na Esalq-USP› Encontro de Álgebra e Geometria Campinas-São Carlos› Dívidas das empresas brasileiras atingem R$ 244,4 bi, diz Serasa Experian› Atendente grávida obrigada a vomitar no lixo: TST condena Vivo em R$ 30 mil› Governo libera mais R$ 6,5 bi em crédito a exportadores tarifados por Trump
Últimas

Mistério da “Cachoeira de Sangue” esconde vida marinha ancestral na Antártida

CNN Brasil ·
Mistério da “Cachoeira de Sangue” esconde vida marinha ancestral na Antártida

Uma equipe internacional de pesquisadores identificou a presença de vida marinha ancestral em funcionamento nas águas avermelhadas e hipersalinas de Blood Falls (Cataratas de Sangue), localizadas no Glaciar Taylor, na Antártida.

O estudo, baseado na análise de material genético (RNA) coletado no local, confirmou que micro-eucariotas marinhos — incluindo diatomáceas e dinoflagelados — continuam metabolicamente ativos e realizando fotossíntese, mesmo estando fisicamente isolados do oceano moderno há milênios.

A descoberta oferece evidências moleculares diretas de como ecossistemas marinhos do passado conseguiram persistir aprisionados sob espessas camadas de gelo após antigas mudanças no clima polar.

A origem das águas vermelhas no Glaciar Taylor As chamadas Cataratas de Sangue são formadas pelo derramamento esporádico de uma salmoura subglacial rica em ferro e sal, aprisionada sob o Glaciar Taylor, nos Vales Secos de McMurdo.

Pesquisas biogeoquímicas indicam que essa água salgada se originou quando antigas incursões do oceano inundaram o vale durante períodos interglaciais mais quentes.

À medida que a geleira avançou, a água do mar ficou confinada em um reservatório subterrâneo sem contato direto com a atmosfera.

Até então, a ciência conhecia apenas bactérias adaptadas a esse ambiente anóxico e escuro.

No entanto, a nova análise comprovou que organismos mais complexos , pertencentes a linhagens marinhas de microalgas , também habitam o sistema e mantêm atividades metabólicas essenciais.

Análise de RNA confirma atividade metabólica e fotossíntese Para verificar se os organismos encontrados no gelo avermelhado eram residentes ativos ou apenas resíduos fósseis transportados pelo vento, os cientistas utilizaram sequenciamento genético e metatranscritômica .

As amostras revelaram a presença de RNA funcional de diatomáceas (como os gêneros Fragilariopsis e Chaetoceros ) e dinoflagelados ( Gymnodiniaceae ).

Os dados indicaram a ativação de rotas metabólicas ligadas à fotossíntese , respiração celular, transporte de íons e reparo de DNA.

Segundo a pesquisa, esses micro-organismos acionam mecanismos de osmoadaptação e tolerância a estresse salino quando a salmoura emerge e interage com a luz solar e a água de derretimento da superfície.

Em períodos desfavoráveis, as células conseguem entrar em estados de dormência ou encistamento , preservando sua viabilidade no gelo por longos intervalos.

Ler a notícia completa no CNN Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

Mais de CNN Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›