Quem quer a bola?
Sem avanço nas contratações, Pezzolano tem improvisado no ataque do Inter Em uma exagerada figura de linguagem, imagine os capitães de Inter e Remo ouvindo do juiz a pergunta “campo ou bola” na hora da moedinha.
Em unissono, diriam “campo!”.
Porque o Inter recente mais bem-sucedido joga reagindo e o Remo fora de casa, também.
Como visitante, nem adianta projetar um Remo de proposição no Beira-Rio.
Condé viu a Chapecoense caindo na cilada armada pelos colorados.
Não vai repetir no confronto direto na tabela.
Pezzolano teve a semana para trabalhar modelo alternativo onde seu time seja capaz de atacar já com a posse da bola e não depois de roubá-la e verticalizar o jogo até o gol.
Paulo Pezzolano em treino do Inter Ricardo Duarte/Inter O empate é ouro para o Remo se ele começar a ter o sucesso que o Vitória tem como mandante.
O Inter pode ter a volta do nove, Alerrandro, no lugar do velocista, Carbonero.
A ideia, neste caso, seria ter a figura do artilheiro a preocupar os zagueiros do Remo.
Não é jogo de negociar ponto porque talvez seja preciso negociar no próximo jogo em casa contra o Atlético-MG.
Arte
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