Socorro Neri destaca valorização dos profissionais da educação como centro do mandato
“Eu sou professora.
Dediquei minha vida à educação”.
É a partir dessa trajetória que a deputada federal Socorro Neri tem colocado a valorização dos profissionais da educação entre as prioridades de sua atuação no Congresso Nacional.
Professora aposentada da Universidade Federal do Acre (Ufac), doutora em Educação e ex-secretária de Educação, Socorro tem direcionado parte importante do mandato para uma agenda que envolve salário, carreira, formação e garantia de direitos para professores e demais trabalhadores da educação.
Entre as pautas defendidas pela parlamentar está a recuperação do tempo de serviço dos servidores públicos congelado durante a pandemia.
A medida permite que os 583 dias voltem a ser considerados para direitos funcionais vinculados ao tempo de serviço, como anuênios, triênios, quinquênios, sexta-parte e licença-prêmio.
Outra frente é a criação de um piso salarial nacional para os profissionais de apoio da educação básica, como merendeiras, vigilantes, auxiliares e trabalhadores das áreas técnica e administrativa.
Como relatora do PL 2531/2021 na Comissão de Finanças e Tributação, Socorro recomendou a aprovação do texto que estabelece remuneração mínima equivalente a 75% do piso nacional do magistério.
A proposta foi aprovada na Câmara e segue em tramitação no Senado.
Na educação infantil, Socorro também atuou pelo reconhecimento de assistentes, auxiliares e cuidadoras que exercem efetivamente funções docentes, para que sejam enquadradas e valorizadas como professoras.
A defesa da parlamentar neste PL que já virou LEI, é de que profissionais que desempenham atribuições pedagógicas não podem permanecer sem o correspondente reconhecimento na carreira.
A atuação alcança ainda direitos que fazem diferença no cotidiano de quem está dentro da escola.
Socorro defende a licença remunerada para professores cursarem pós-graduação e foi relatora da proposta que amplia o acesso à alimentação escolar para professores, servidores técnico-administrativos e demais trabalhadores das escolas.
Seu parecer foi aprovado na Comissão de Educação e hoje o projeto também já virou Lei.
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