Campo Grande antiga: o único santo ladrão causou risadas
Não é anedota.
A história realmente ocorreu.
Foi um simples lapso de linguagem que tornou-se um dos casos que varou dezenas de anos sendo contado.
Algo semelhante a uma herança folclórica.
Era noite e a pequena multidão aglomerava-se em frente à igreja Santo Antônio, na rua Calógeras.
A procissão começava a ser formada.
As velas, acesas, ponteavam a escuridão.
Campo Grande não tinha iluminação.
As filas se ordenavam.
As autoridades carregavam o andor.
Era tempos muito diferentes do atual.
Um coroinha manejava a matraca, dando o sinal da organização.
As varas do andor estavam nos ombros do juiz, do delegado e de outras pessoas ilustres.
O vigário surgiu.
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