O paradoxo curioso do filme de Wagner Moura na Netflix
A Última Casa chegou à plataforma Netflix em 7 de agosto e imediatamente frustrou milhares de espectadores com a história de uma família presa dentro do próprio lar por circunstâncias misteriosas.
No agregador Rotten Tomatoes , a produção conquistou meros 21% de aprovação da crítica, que chegou ao duro consenso: “O longa arrasta um elenco capaz através de uma narrativa progressivamente repetitiva, sem ao menos conceder o suspense ou a profundidade temática exigidos por sua premissa”.
Ainda assim, ele passa sua segunda semana no topo dos filmes mais vistos no serviço.
Não só, A Última Casa quebrou recorde e teve a melhor estreia de um original Netflix em 2026, com 27,5 milhões de visualizações dentro dos três primeiros dias em que esteve disponível.
Nesta quarta-feira, 19, a produção lidera o ranking geral e segue no topo dos levantamentos particulares de 15 territórios: Bélgica, Bulgária, República Dominicana, Egito, Finlândia, França, Grécia, Hong Kong, Jordânia, Líbano, Marrocos, Sérvia, Coreia do Sul, Turquia e Vietnã.
No Brasil, contudo, foi desbancado por Nando Entre Dois Mundos , derivado da série Sintonia (2019-2025).
Já na maioria dos outros países contemplados pelo serviço, o vitorioso é Não Deseje Boa Sorte , que chegou ao catálogo no dia 14 e conta a história de uma adolescente obcecada por teatro musical e prestes a estrelar sua primeira peça na escola.
Os planos da garota são abalados pelo diagnóstico de câncer de sua mãe.
Diferente de A Última Casa , a obra tem aprovação de 94% no Rotten Tomatoes .
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