Polícia apreende seis celulares em operação contra golpes com falsos comprovantes de Pix no interior de SP
Seis celulares foram apreendidos durante a operação, em Presidente Prudente (SP) Polícia Civil/Divulgação A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (28), a “Operação Recidiva” para cumprir quatro mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre golpes cometidos com falsos comprovantes de pagamento via Pix, em Presidente Prudente (SP).
A investigação começou após o proprietário de uma pizzaria perceber que diversos pedidos haviam sido entregues mediante o envio de supostos comprovantes de pagamento, mas os valores não tinham sido efetivamente creditados na conta do estabelecimento. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, seis pedidos foram entregues e causaram um prejuízo de R$ 2.374,40.
Outros três pedidos foram identificados antes da entrega e interrompidos, o que evitou um prejuízo maior.
As apurações identificaram uma sequência de pedidos com dinâmica semelhante: os suspeitos solicitavam os produtos, indicavam endereços para entrega e, depois, encaminhavam comprovantes de pagamento que não correspondiam a transações realizadas.
Agora no g1 Operação Com o avanço das investigações, a Polícia Civil reuniu elementos que fundamentaram o pedido de quatro mandados de busca e apreensão, cumpridos simultaneamente nesta sexta-feira.
Durante as diligências, foram apreendidos seis aparelhos celulares.
Os dispositivos foram localizados em poder dos investigados, em quartos utilizados por eles e em outro imóvel relacionado à investigação.
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Após as buscas no imóvel, porém, um telefone foi localizado escondido sob o colchão de uma cama e apreendido.
Os celulares serão encaminhados ao Instituto de Criminalística de Presidente Prudente para exames periciais.
O objetivo é extrair e analisar dados que possam ajudar no esclarecimento dos fatos, na identificação de outros possíveis envolvidos e na individualização das condutas investigadas.
O nome da operação, “Recidiva”, faz referência ao histórico criminal de um dos investigados.
Segundo a Polícia Civil, ele já foi condenado, em primeira instância, em duas oportunidades pela prática reiterada do mesmo tipo de crime, também envolvendo fraudes eletrônicas contra estabelecimentos comerciais do ramo alimentício.
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