Como o atentado às Torres Gêmeas continua matando americanos 25 anos depois
Na manhã de 11 de setembro de 2001, uma terça-feira, membros da organização terrorista Al-Qaeda assumiram o controle de quatro aeronaves comerciais nos Estados Unidos.
Com o objetivo de atingir os principais símbolos do poder econômico e militar americano, os sequestradores dividiram-se entre ataques ao World Trade Center, localizado no principal distrito financeiro de Nova Iorque, e ao Pentágono, em Washington.
Às 8h46, um primeiro avião atingiu a torre norte do World Trade Center, em Nova Iorque.
Dezessete minutos depois, às 9h03, um segundo avião atingiu a torre sul do complexo.
Com o colapso completo das torres, enormes quantias de materiais de construção foram pulverizadas e espalhadas pelo Distrito Financeiro de Manhattan.
Nos meses seguintes aos ataques, autoridades garantiram a moradores e a trabalhadores da região que a qualidade do ar estava adequada para os humanos.
Nesta terça-feira (8), porém, o prefeito de Nova Iorque, Zohran Mamdani, tornou públicas milhares de páginas de documentos que contradizem a informação.
Segundo o relatório, autoridades da época sabiam que a poeira dos edifícios destruídos continuou a poluir o ar.
Hoje, sabe-se que os ataques ao World Trade Center deixaram 2.606 mortos, milhares de feridos e geraram consequências de saúde de longo prazo para os envolvidos.
Continua após a publicidade Por que o Google quer soltar 32 milhões de mosquitos nos EUA? A poeira do World Trade Center As torres do World Trade Center resistiram por poucas horas antes de colapsarem por completo – a torre sul às 9h58 e a torre norte às 10h28.
No Marco Zero, dez milhões de toneladas de materiais de construção, como plásticos, vidro, cimento, cabos elétricos e gesso, foram pulverizados e, em muitos casos, queimaram a temperaturas superiores a 1.000 graus Celsius.
Como resultado, produtos químicos nocivos e substâncias potencialmente cancerígenas foram liberados no ar, a exemplo de metais pesados, fibras de vidro, chumbo, aço, gesso, celulose e amianto.
Bombeiros, policiais, voluntários, moradores da vizinhança e trabalhadores do entorno tiveram contato direto com esta poeira.
Continua após a publicidade Atualmente, estimativas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos dizem que até 400.000 pessoas foram expostas a “contaminantes tóxicos, risco de lesões físicas e condições físicas e emocionais estressantes” nos dias e semanas seguintes ao 11 de setembro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.