IA já manda nas empresas? Evento em Curitiba revela por que criatividade e empatia serão decisivas para os líderes do futuro
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para ocupar espaço nas decisões estratégicas das empresas.
Mas, à medida que a tecnologia avança, competências essencialmente humanas, como pensamento crítico, criatividade e empatia, tornam-se ainda mais relevantes para as lideranças.
Esse será um dos pontos centrais da 4ª edição da CEO Conference da AHK Paraná, que acontece no dia 3 de setembro de 2026, em Curitiba, com o tema “O Match: IA e Humanização”.
Estabelecida como um dos principais eventos do calendário anual da Câmara, a CEO Conference reúne CEOs, presidentes e altos executivos para discutir tendências e desafios que impactam diretamente o ambiente de negócios.
Neste ano, a mediação será conduzida por André Caldeira, CEO e sócio-fundador do Grupo Propósito, que pretende aproximar o debate sobre inteligência artificial da realidade humana das organizações.
Para Caldeira, um dos primeiros passos é compreender que a IA já não deve ser vista apenas como uma tecnologia adicional.
“Não é uma ferramenta, mas uma nova linguagem.
E, quando pensamos em produtividade e simplificação, o ser humano se torna ainda mais importante em aspectos como senso crítico, criatividade e empatia”, afirma.
O uso individual de ferramentas de inteligência artificial para automatizar tarefas e aumentar a produtividade já faz parte da rotina de muitos profissionais.
O desafio agora, segundo Caldeira, é avançar para uma discussão mais ampla sobre como a tecnologia pode transformar o próprio negócio.
“A principal oportunidade e, ao mesmo tempo, o principal desafio é trazer a inteligência artificial para a estratégia e entender como ela pode fazer diferença naquilo que a empresa faz hoje, e que os concorrentes podem estar aprendendo a fazer de outra maneira”, explica.
Isso também exige uma mudança de mentalidade na alta liderança.
Para ele, inteligência artificial e transformação digital não podem permanecer restritas às equipes de tecnologia.
“A linguagem da IA precisa permear a organização, é um tema a ser tratado pelos conselhos, CEOs e toda a empresa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.